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Sustentabilidade

Reúso de água nas operações da Vale sobe para 77%

03/07/2013 | 14h55

 

No lançamento de seu Relatório de Sustentabilidade, que aconteceu nesta quarta-feira (3), a Vale destaca, entre outros temas, os avanços em relação ao uso eficiente da água nas operações. Em sua totalidade, o índice médio de recirculação em 2012 foi de 77%, um aumento de sete pontos percentuais em relação a 2011. Com isso, a Vale deixou de captar 1,227 bilhão de metros cúbicos de água de fontes naturais, o equivalente a cerca de duas vezes o consumo anual da cidade do Rio de Janeiro. Parte desse resultado é reflexo dos investimentos em tecnologias voltadas para o desenvolvimento de programas e ações focadas na redução da demanda e do consumo de água. Só em 2012 foram investidos US$ 125,9 milhões na gestão de recursos hídricos na Vale.
Na Mina do Sossego, localizada em Canaã dos Carajás (PA), a recirculação de água na usina de beneficiamento do cobre chega a 99%. O crescimento é resultado de melhorias que vêm sendo implementadas desde 2008, quando foi feito o balanço hídrico do projeto e desenvolvidas ações para diminuir o uso de água nova. Com o resultado no Sossego, houve uma redução anual no volume total de água captada de 900 mil metros cúbicos - que anteriormente era bombeada do Rio Parauapebas -, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 25 mil habitantes por seis meses.
Já no Complexo Minerador de Carajás, em Parauapebas, sudeste paraense, houve uma redução de 24% na captação devido às mudanças no processo de peneiramento do minério de ferro, que passou a ser feito a partir de sua umidade natural, eliminando a necessidade de água nova. Carajás representa cerca de 5% de toda a captação de água da empresa. "Hoje, das dez operações com maior captação de água, nove estão em regiões em que o risco de estresse hídrico, ou seja, o potencial de escassez, está abaixo de médio", explica Bernadette Backx, gerente de Recursos Hídricos da Vale.
Os resultados obtidos pela empresa refletem o alinhamento com os diversos esforços de cooperação pela água, contribuindo, assim, para garantir os múltiplos usos do insumo, atuais e futuros. A empresa participa ativamente de ações de engajamento para o desenvolvimento de políticas públicas, a partir de discussões globais e locais sobre a água. Pautada pelo compromisso de contribuir com o gerenciamento de recursos hídricos, ainda atua nos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH), onde são discutidos e priorizados os usos da água nas bacias. Entre outros, a Vale participa dos CBHs dos rios Paraopeba, Velhas, Doce, Piranga, Piracicaba e Santo Antônio, todos em Minas Gerais. A empresa participa ainda de fóruns de discussões técnicas no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e no Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).

No lançamento de seu Relatório de Sustentabilidade, que aconteceu nesta quarta-feira (3), a Vale destaca, entre outros temas, os avanços em relação ao uso eficiente da água nas operações. Em sua totalidade, o índice médio de recirculação em 2012 foi de 77%, um aumento de sete pontos percentuais em relação a 2011. Com isso, a Vale deixou de captar 1,227 bilhão de metros cúbicos de água de fontes naturais, o equivalente a cerca de duas vezes o consumo anual da cidade do Rio de Janeiro. Parte desse resultado é reflexo dos investimentos em tecnologias voltadas para o desenvolvimento de programas e ações focadas na redução da demanda e do consumo de água. Só em 2012 foram investidos US$ 125,9 milhões na gestão de recursos hídricos na Vale.


Na Mina do Sossego, localizada em Canaã dos Carajás (PA), a recirculação de água na usina de beneficiamento do cobre chega a 99%. O crescimento é resultado de melhorias que vêm sendo implementadas desde 2008, quando foi feito o balanço hídrico do projeto e desenvolvidas ações para diminuir o uso de água nova. Com o resultado no Sossego, houve uma redução anual no volume total de água captada de 900 mil metros cúbicos - que anteriormente era bombeada do Rio Parauapebas -, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 25 mil habitantes por seis meses.


Já no Complexo Minerador de Carajás, em Parauapebas, sudeste paraense, houve uma redução de 24% na captação devido às mudanças no processo de peneiramento do minério de ferro, que passou a ser feito a partir de sua umidade natural, eliminando a necessidade de água nova. Carajás representa cerca de 5% de toda a captação de água da empresa. "Hoje, das dez operações com maior captação de água, nove estão em regiões em que o risco de estresse hídrico, ou seja, o potencial de escassez, está abaixo de médio", explica Bernadette Backx, gerente de Recursos Hídricos da Vale.


Os resultados obtidos pela empresa refletem o alinhamento com os diversos esforços de cooperação pela água, contribuindo, assim, para garantir os múltiplos usos do insumo, atuais e futuros. A empresa participa ativamente de ações de engajamento para o desenvolvimento de políticas públicas, a partir de discussões globais e locais sobre a água. Pautada pelo compromisso de contribuir com o gerenciamento de recursos hídricos, ainda atua nos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH), onde são discutidos e priorizados os usos da água nas bacias. Entre outros, a Vale participa dos CBHs dos rios Paraopeba, Velhas, Doce, Piranga, Piracicaba e Santo Antônio, todos em Minas Gerais. A empresa participa ainda de fóruns de discussões técnicas no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e no Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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