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Petrobras

Retrospectiva do ano

16/12/2015 | 12h52
Retrospectiva do ano
Stéferson Faria/Agência Petrobras Stéferson Faria/Agência Petrobras

 

O ano de 2015 foi de grandes desafios para a Petrobras e também um período de profundas mudanças na governança da companhia. O ano foi marcado pela nomeação de uma nova diretoria e por novos recordes operacionais, com a produção na camada do pré-sal já atingindo a média de 919 mil barris de óleo equivalente por dia nos nove primeiros meses do ano. Esses foram alguns dos temas tratados no café da manhã de fim de ano da Diretoria Executiva com jornalistas que cobrem o dia-a-dia da Petrobras, realizado nesta terça-feira, 15/12, na sede da empresa, no Rio de Janeiro.
Na abertura do evento o presidente Aldemir Bendine fez um balanço do ano de 2015. “Primeiro, tínhamos um desafio de apresentar um balanço auditado, crível, que mostrasse de forma fidedigna os números da companhia. Isso foi feito. Tínhamos o desafio de apresentar um plano de negócios que pudesse refletir esse novo cenário que a indústria de óleo e gás estava enfrentando. Isso foi feito. Nós tínhamos um grande desafio que era a questão da financiabilidade. Nós antecipamos todas as captações possíveis para o ano. Hoje o caixa é robusto para 2016, para fazer frente a todos os compromissos da companhia e até para enfrentar cenários ainda mais desafiadores”.
Bendine destacou a geração de caixa livre da companhia pela primeira vez em oito anos - considerando o resultado acumulado em 2015 até o terceiro trimestre. “A empresa vem fazendo um enxugamento, um trabalho de reestruturação do seu custo gerenciável, com êxito. Mesmo com a situação adversa, a Petrobras tem hoje um resultado operacional muito bom”, disse o presidente.
O presidente destacou que em 2015, mesmo com o cenário adverso, a Petrobras conseguiu abater a dívida em dólar em aproximadamente 5%. Ainda sobre o desafio do equacionamento da dívida da empresa, Bendine ressaltou a importância do processo de desinvestimento. “As condições estão dadas e as negociações, em andamento. Temos uma perspectiva muito positiva em relação a isso”, afirmou.
Sobre o novo Plano de Negócios da companhia, o presidente adiantou que será apresentado no início do ano.  "Será mais maduro, fazendo frente a essa nova realidade que o mercado nos impôs. Os caminhos dados estão corretos, nós não temos nenhuma grande alteração de rota daquilo que a gente havia planejado", disse.Bendine ressaltou que os desafios enfrentados fortaleceram a empresa, incluindo a adoção de um novo modelo de governança, risco e compliance. "Temos buscado incansavelmente essa melhoria através da implantação das melhores práticas de gestão", completou.
Destaques da Petrobras em 2015:
Pré-sal – As atividades na camada do pré-sal têm apresentado resultados acima do previsto. O custo de produção na região é quase a metade da média alcançada pelas majors e vem caindo de forma muito rápida. Os campos do pré-sal já respondem hoje por ¼ da produção da Petrobras.
Os poços apresentam alta produtividade, com média de 25 mil barris por dia. A Petrobras e suas sócias conseguiram a marca de 520 mil barris de petróleo por dia (bpd) apenas oito anos depois da primeira descoberta na região. Para alcançar o mesmo patamar de produção total, a empresa demandou 31 anos, de 1953, ano de sua criação, até 1984.
O custo de extração, hoje, é inferior a US$ 8 por barril, quando a média das majors é US$ 15. O tempo de perfuração de um poço no pré-sal já é inferior a 30 dias, enquanto em 2010 levava-se mais de 120 dias para perfurar um poço no pré-sal.
A renegociação de contratos vem contribuindo para a redução de custos nas operações de exploração e produção. Em 2015, foi obtida uma redução média de 13% nos custos dos contratos na área de E&P. Uma segunda rodada de renegociações para obter redução de custos em novos contratos terá início em janeiro de 2016.
Esses resultados reforçam a liderança da companhia em tecnologia para águas profundas e ultraprofundas, e as expectativas sobre o elevado potencial de produção do pré-sal. O recorde na produção demonstrou a qualidade dos reservatórios, além da viabilidade técnica e econômica desses projetos. Esses resultados confirmam a viabilidade econômica do pré-sal, mesmo considerando o cenário adverso dos preços do petróleo.
Refino – Em 2015, houve aumento do rendimento de diesel na produção total de derivados, com maior participação de óleo nacional no processamento. Essa melhora no perfil de produção, aliada a outros fatores, contribuiu para reduzir a importação de derivados, principalmente de diesel. Foi registrado recorde de produção do óleo diesel S-10 no país em 2015, com volume 42% superior à produção de 2014.
Governança – A Petrobras criou a Diretoria de Governança, Risco e Conformidade, nomeando como seu titular o engenheiro João Elek, escolhido em processo seletivo entre diversos executivos. Entre as medidas de compliance (conformidade) da nova diretoria, destaca-se a adoção do processo de Due Diligence de Integridade para avaliação de fornecedores. O objetivo é aumentar a segurança nas contratações de bens e serviços e mitigar riscos em relação às práticas de fraude e corrupção. Apenas os fornecedores que comprovarem adotar medidas de conformidade e integridade serão mantidos no cadastro da Petrobras e poderão participar de processos licitatórios. De agosto a novembro, foram abertos 6.625 processos de Due Diligence de Integridade pelo Sistema de Cadastro.
A Petrobras adotou ainda um conjunto de iniciativas para aumentar seus controles internos. Um dos princípios norteadores destas mudanças é a limitação de decisões individuais em todos os níveis da empresa, promovendo decisões colegiadas. Outra medida é a criação de dois novos comitês (Estratégico e Financeiro), em adição aos três que já existiam (Auditoria; Segurança, Meio Ambiente e Saúde; e Remuneração e Sucessão), para assessorar o Conselho de Administração na apreciação de pautas. Todos os projetos elaborados e aprovados dentro da companhia agora são submetidos à avaliação de uma matriz que leva em conta os possíveis riscos, inclusive do ponto de vista de controle e transparência.Foi iniciado um processo de reestruturação da Ouvidoria da empresa, o que incluiu a seleção de novo ouvidor-geral e a criação de um novo Canal de Denúncias independente. O novo Canal de Denúncia é administrado por uma empresa externa e independente, especializada nos serviços de recebimento, coleta e escuta de denúncias. Até 30 de novembro o novo canal tinha recebido 195 registros de reclamações e denúncias, incluindo casos de roubo, furto ou fraude. 
A companhia conseguiu ainda, na Justiça, ressarcimento dos danos causados por atos irregulares. Até o momento foram devolvidos R$ 296 milhões, repatriados por ação do Ministério Público Federal.
Resultados operacionais e financeiros – Ao final do primeiro semestre, a Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 5,9 bilhões, 43% inferior ao mesmo período de 2014. Já o lucro operacional foi de R$ 22,8 bilhões, 39% superior ao primeiro semestre do ano passado. Em novembro, houve a divulgação dos resultados dos três primeiros trimestres de 2015, apontando um crescimento de 6% na produção de petróleo e gás natural no Brasil e no exterior, em relação aos primeiros nove meses de 2014.
Pela primeira vez na história, a produção total no país, incluída a parcela operada pela Petrobras para empresas parceiras, ultrapassou os 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia, atingindo 3,01 milhões em agosto. Nos campos do pré-sal, a média diária foi de 919 mil barris, passando a responder por 24% de todo o petróleo e gás produzido pela Petrobras.
Tecnologia e inovação – Pela terceira vez em sua história, a companhia recebeu o prêmio da Offshore Technology Conference (OTC), premiação máxima da indústria mundial de óleo e gás, em reconhecimento ao conjunto de tecnologias inovadoras desenvolvidas para a produção na camada do pré-sal.
As dez soluções tecnológicas premiadas garantiram ganhos de produtividade para a empresa, com destaque para a boia de sustentação de risers, equipamento de aço que fica submerso a uma profundidade de 250 metros no oceano interligando dutos instalados nos poços de petróleo aos navios-plataformas. A tecnologia reduz o impacto do movimento das plataformas sobre os risers, aumentando a vida útil do equipamento, e está instalada no campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos.
Plano de Negócios - Em junho de 2015, a companhia lançou o Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2015-2019, priorizando projetos de exploração e produção, com ênfase no pré-sal. Em outubro, o PNG sofreu ajuste, reduzindo em US$ 11 bilhões a previsão para o biênio 2015-2016, cujos investimentos caíram de US$ 55 bilhões para US$ 44 bilhões.
Na divulgação do PNG 2015-2019 a companhia já havia informado que a execução do Plano estaria sujeita a fatores de risco que poderiam impactar adversamente suas projeções. A Petrobras prevê a divulgação do novo plano de negócios e gestão para o início de 2016.
Desinvestimentos – O Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 prevê desinvestimentos no total de US$ 15,1 bilhões para o biênio 2015-2016. A carteira de desinvestimento é dinâmica e a concretização destas oportunidades depende de condições negociais e de mercado.
Houve três alienações em 2015 (as duas últimas estão sujeitas às condições precedentes usuais, incluindo aprovação pelos órgãos reguladores competentes):
- Ativos na Bacia Austral, na província de Santa Cruz na Argentina, para a CGG (Compañia General de Combustibles S.A.): US$ 101 milhões.
- Participação total (20%) nos Campos de Bijupirá e Salema, localizados na Bacia de Campos, para a PetroRio: US$ 25 milhões.
- 49% da Petrobras Gás S.A. (Gaspetro) para a Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda.: R$ 1,9 bilhão.
Financiamentos - A Petrobras captou US$ 13,5 bilhões em 2015, incluindo operações nos mercados bancário e de capitais (doméstico e internacional), BNDES, Agências de Fomento e Agências de Crédito à Exportação (ECAs). Esses financiamentos, em comparação com o mercado secundário internacional para os títulos de dívida da Petrobras, geraram uma economia de US$ 1,1 bilhão.
A companhia tem suas necessidades de caixa equacionadas para 2016 e continua avaliando oportunidades de financiamento para manter sua posição de liquidez e atender às necessidades de recursos para o Plano de Negócios.  Além das fontes tradicionais, essas oportunidades incluem operações de securitização, Sale and Lease Back, operações com agências de crédito à exportação, entre outras.

O ano de 2015 foi de grandes desafios para a Petrobras e também um período de profundas mudanças na governança da companhia. O ano foi marcado pela nomeação de uma nova diretoria e por novos recordes operacionais, com a produção na camada do pré-sal já atingindo a média de 919 mil barris de óleo equivalente por dia nos nove primeiros meses do ano. Esses foram alguns dos temas tratados no café da manhã de fim de ano da Diretoria Executiva com jornalistas que cobrem o dia-a-dia da Petrobras, realizado nesta terça-feira, 15/12, na sede da empresa, no Rio de Janeiro.
Na abertura do evento o presidente Aldemir Bendine fez um balanço do ano de 2015. “Primeiro, tínhamos um desafio de apresentar um balanço auditado, crível, que mostrasse de forma fidedigna os números da companhia. Isso foi feito. Tínhamos o desafio de apresentar um plano de negócios que pudesse refletir esse novo cenário que a indústria de óleo e gás estava enfrentando. Isso foi feito. Nós tínhamos um grande desafio que era a questão da financiabilidade. Nós antecipamos todas as captações possíveis para o ano. Hoje o caixa é robusto para 2016, para fazer frente a todos os compromissos da companhia e até para enfrentar cenários ainda mais desafiadores”.
Bendine destacou a geração de caixa livre da companhia pela primeira vez em oito anos - considerando o resultado acumulado em 2015 até o terceiro trimestre. “A empresa vem fazendo um enxugamento, um trabalho de reestruturação do seu custo gerenciável, com êxito. Mesmo com a situação adversa, a Petrobras tem hoje um resultado operacional muito bom”, disse o presidente.
O presidente destacou que em 2015, mesmo com o cenário adverso, a Petrobras conseguiu abater a dívida em dólar em aproximadamente 5%. Ainda sobre o desafio do equacionamento da dívida da empresa, Bendine ressaltou a importância do processo de desinvestimento. “As condições estão dadas e as negociações, em andamento. Temos uma perspectiva muito positiva em relação a isso”, afirmou.
Sobre o novo Plano de Negócios da companhia, o presidente adiantou que será apresentado no início do ano.  "Será mais maduro, fazendo frente a essa nova realidade que o mercado nos impôs. Os caminhos dados estão corretos, nós não temos nenhuma grande alteração de rota daquilo que a gente havia planejado", disse.Bendine ressaltou que os desafios enfrentados fortaleceram a empresa, incluindo a adoção de um novo modelo de governança, risco e compliance. "Temos buscado incansavelmente essa melhoria através da implantação das melhores práticas de gestão", completou.

 

Destaques da Petrobras em 2015:

Pré-sal – As atividades na camada do pré-sal têm apresentado resultados acima do previsto. O custo de produção na região é quase a metade da média alcançada pelas majors e vem caindo de forma muito rápida. Os campos do pré-sal já respondem hoje por ¼ da produção da Petrobras.Os poços apresentam alta produtividade, com média de 25 mil barris por dia. A Petrobras e suas sócias conseguiram a marca de 520 mil barris de petróleo por dia (bpd) apenas oito anos depois da primeira descoberta na região. Para alcançar o mesmo patamar de produção total, a empresa demandou 31 anos, de 1953, ano de sua criação, até 1984.

O custo de extração, hoje, é inferior a US$ 8 por barril, quando a média das majors é US$ 15. O tempo de perfuração de um poço no pré-sal já é inferior a 30 dias, enquanto em 2010 levava-se mais de 120 dias para perfurar um poço no pré-sal.A renegociação de contratos vem contribuindo para a redução de custos nas operações de exploração e produção. Em 2015, foi obtida uma redução média de 13% nos custos dos contratos na área de E&P. Uma segunda rodada de renegociações para obter redução de custos em novos contratos terá início em janeiro de 2016.
Esses resultados reforçam a liderança da companhia em tecnologia para águas profundas e ultraprofundas, e as expectativas sobre o elevado potencial de produção do pré-sal. O recorde na produção demonstrou a qualidade dos reservatórios, além da viabilidade técnica e econômica desses projetos. Esses resultados confirmam a viabilidade econômica do pré-sal, mesmo considerando o cenário adverso dos preços do petróleo.
Refino – Em 2015, houve aumento do rendimento de diesel na produção total de derivados, com maior participação de óleo nacional no processamento. Essa melhora no perfil de produção, aliada a outros fatores, contribuiu para reduzir a importação de derivados, principalmente de diesel. Foi registrado recorde de produção do óleo diesel S-10 no país em 2015, com volume 42% superior à produção de 2014.

Governança – A Petrobras criou a Diretoria de Governança, Risco e Conformidade, nomeando como seu titular o engenheiro João Elek, escolhido em processo seletivo entre diversos executivos. Entre as medidas de compliance (conformidade) da nova diretoria, destaca-se a adoção do processo de Due Diligence de Integridade para avaliação de fornecedores. O objetivo é aumentar a segurança nas contratações de bens e serviços e mitigar riscos em relação às práticas de fraude e corrupção. Apenas os fornecedores que comprovarem adotar medidas de conformidade e integridade serão mantidos no cadastro da Petrobras e poderão participar de processos licitatórios. De agosto a novembro, foram abertos 6.625 processos de Due Diligence de Integridade pelo Sistema de Cadastro.
A Petrobras adotou ainda um conjunto de iniciativas para aumentar seus controles internos. Um dos princípios norteadores destas mudanças é a limitação de decisões individuais em todos os níveis da empresa, promovendo decisões colegiadas. Outra medida é a criação de dois novos comitês (Estratégico e Financeiro), em adição aos três que já existiam (Auditoria; Segurança, Meio Ambiente e Saúde; e Remuneração e Sucessão), para assessorar o Conselho de Administração na apreciação de pautas. Todos os projetos elaborados e aprovados dentro da companhia agora são submetidos à avaliação de uma matriz que leva em conta os possíveis riscos, inclusive do ponto de vista de controle e transparência.Foi iniciado um processo de reestruturação da Ouvidoria da empresa, o que incluiu a seleção de novo ouvidor-geral e a criação de um novo Canal de Denúncias independente. O novo Canal de Denúncia é administrado por uma empresa externa e independente, especializada nos serviços de recebimento, coleta e escuta de denúncias. Até 30 de novembro o novo canal tinha recebido 195 registros de reclamações e denúncias, incluindo casos de roubo, furto ou fraude. 
A companhia conseguiu ainda, na Justiça, ressarcimento dos danos causados por atos irregulares. Até o momento foram devolvidos R$ 296 milhões, repatriados por ação do Ministério Público Federal.
Resultados operacionais e financeiros – Ao final do primeiro semestre, a Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 5,9 bilhões, 43% inferior ao mesmo período de 2014. Já o lucro operacional foi de R$ 22,8 bilhões, 39% superior ao primeiro semestre do ano passado. Em novembro, houve a divulgação dos resultados dos três primeiros trimestres de 2015, apontando um crescimento de 6% na produção de petróleo e gás natural no Brasil e no exterior, em relação aos primeiros nove meses de 2014.
Pela primeira vez na história, a produção total no país, incluída a parcela operada pela Petrobras para empresas parceiras, ultrapassou os 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia, atingindo 3,01 milhões em agosto. Nos campos do pré-sal, a média diária foi de 919 mil barris, passando a responder por 24% de todo o petróleo e gás produzido pela Petrobras.


Tecnologia e inovação –
Pela terceira vez em sua história, a companhia recebeu o prêmio da Offshore Technology Conference (OTC), premiação máxima da indústria mundial de óleo e gás, em reconhecimento ao conjunto de tecnologias inovadoras desenvolvidas para a produção na camada do pré-sal.
As dez soluções tecnológicas premiadas garantiram ganhos de produtividade para a empresa, com destaque para a boia de sustentação de risers, equipamento de aço que fica submerso a uma profundidade de 250 metros no oceano interligando dutos instalados nos poços de petróleo aos navios-plataformas. A tecnologia reduz o impacto do movimento das plataformas sobre os risers, aumentando a vida útil do equipamento, e está instalada no campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos.
Plano de Negócios - Em junho de 2015, a companhia lançou o Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2015-2019, priorizando projetos de exploração e produção, com ênfase no pré-sal. Em outubro, o PNG sofreu ajuste, reduzindo em US$ 11 bilhões a previsão para o biênio 2015-2016, cujos investimentos caíram de US$ 55 bilhões para US$ 44 bilhões.Na divulgação do PNG 2015-2019 a companhia já havia informado que a execução do Plano estaria sujeita a fatores de risco que poderiam impactar adversamente suas projeções. A Petrobras prevê a divulgação do novo plano de negócios e gestão para o início de 2016.
Desinvestimentos – O Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 prevê desinvestimentos no total de US$ 15,1 bilhões para o biênio 2015-2016. A carteira de desinvestimento é dinâmica e a concretização destas oportunidades depende de condições negociais e de mercado.
Houve três alienações em 2015 (as duas últimas estão sujeitas às condições precedentes usuais, incluindo aprovação pelos órgãos reguladores competentes):
- Ativos na Bacia Austral, na província de Santa Cruz na Argentina, para a CGG (Compañia General de Combustibles S.A.): US$ 101 milhões.- Participação total (20%) nos Campos de Bijupirá e Salema, localizados na Bacia de Campos, para a PetroRio: US$ 25 milhões.- 49% da Petrobras Gás S.A. (Gaspetro) para a Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda.: R$ 1,9 bilhão.


Financiamentos 
 A Petrobras captou US$ 13,5 bilhões em 2015, incluindo operações nos mercados bancário e de capitais (doméstico e internacional), BNDES, Agências de Fomento e Agências de Crédito à Exportação (ECAs). Esses financiamentos, em comparação com o mercado secundário internacional para os títulos de dívida da Petrobras, geraram uma economia de US$ 1,1 bilhão.
A companhia tem suas necessidades de caixa equacionadas para 2016 e continua avaliando oportunidades de financiamento para manter sua posição de liquidez e atender às necessidades de recursos para o Plano de Negócios.  Além das fontes tradicionais, essas oportunidades incluem operações de securitização, Sale and Lease Back, operações com agências de crédito à exportação, entre outras.

 



Fonte: Agência Petrobras
Autor: Agência Petrobras
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