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Preços

Retomada das exportações do Iraque derruba cotação

09/09/2004 | 00h00

Os preços futuros do petróleo fecharam com queda ontem com a realização de lucro de alguns fundos, já que, no início da sessão, os contratos da commodity estavam subindo bastante com os temores sobre a chegada do furacão Ivan no Golfo do México.
O contrato do petróleo do tipo WTI, negociado em Nova York, com vencimento em outubro caiu 54 centavos de dólar, encerrando em US$ 42,77 o barril. Em Londres, o petróleo tipo Brent teve queda de 37 centavos de dólar, para US$ 40,39 o barril.
Operadores estavam preocupados com o fato de que o furacão pudesse interromper a produção de petróleo e gás natural na região, afetando ainda mais o abastecimento mundial.
Durante o dia, uma notícia sobre a retomada de exportações do Iraque acalmou o mercado. O Iraque retomou as exportações de petróleo bruto extraído de seus campos de Kurkuk, no norte do país, para a Turquia, segundo a Agência France-Press, atribuindo a informação a um alto funcionário não-identificado da área de petróleo do país. O Iraque está bombeando 200 mil barris de petróleo bruto ao dia por meio de um oleoduto depois que as exportações foram suspensas, na semana passada, devido a atos de sabotagem.
O Iraque começou esta semana a exportar o petróleo armazenado em Ceyhan, no Mediterrâneo, depois de uma interrupção de uma semana. A Tupras Turkiye Petrol Rafinerileri, a maior refinaria de petróleo da Turquia, importou cerca de 500 mil barris de petróleo tipo Kirkuk via oleoduto, disseram agentes de transporte marítimo que falaram sob a condição de manterem-se anônimos.
A primeira exportação de petróleo pelo terminal de Ceyhan depois de três meses ocorreu na semana passada, com o volume de 1 milhão de barris embarcado em nome da trading suíça Vitol.
Além disso, o presidente da Opep, Purnomo Yusgiantoro, disse que o mercado está com excesso de produção e que o preço da commodity deveria estar perto dos US$ 30 o barril. "Se removermos os fatores não-fundamentais, espera-se que o preço caia para US$ 30 o barril", afirmou Yusgiantoro.
O mercado deverá agora concentrar as atenções no relatório de estoque nos EUA a ser divulgado pela Administração de Informação de Energia (AIE) hoje.



Fonte: Valor Econômico/ag.
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