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Investimento

Resíduos de madeira viram energia em SC

24/11/2008 | 05h42

Destaque estadual no setor de base florestal, com a produção de papel e madeira, o município de Correia Pinto, na Serra Catarinense, quer aproveitar este potencial para incrementar a sua economia.
Ainda este ano, o município de 15 mil habitantes contará com a sua primeira usina de biomassa, tornando-o uma referência também na geração de energia. O empreendimento é da empresa Bioenergy, com sede em Curitiba (PR).

 

Em um terreno de 40 mil metros quadrados doado pela prefeitura, às margens da BR-116 e a menos de cinco quilômetros do centro da cidade, está sendo levantada uma estrutura de 3,5 mil metros quadrados de área construída.

 

Num investimento de R$ 2 milhões, serão gerados 18 empregos diretos e cerca de 20 indiretos. Neste local, a empresa vai produzir biomassa a partir da mistura de resíduos da madeira - serragem e cavaco (pequenas lascas) - e que será transformada em vapor para alimentar caldeiras de indústrias.
Serrarias da região vão vender a matéria-prima

 

A Bioenergy já produz biomassa em uma pequena estrutura montada em Lages, com a qual atende, há quatro anos, a filial local da cervejaria Ambev. Com a conclusão da unidade de Correia Pinto, ainda este ano, serão atendidas também a Kimberly-Clark, que fabrica produtos de higiene no próprio município, e a Resitol Química, da cidade de Palmeira.

 

Serão produzidas 14 mil toneladas por mês de biomassa para abastecer as caldeiras destas três indústrias. A serragem e o cavaco são adquiridos nas serrarias da região a R$ 55 a tonelada, num total de quatro mil toneladas por mês. Os clientes da Bioenergy pagam apenas pelo vapor consumido.
A instalação, manutenção e abastecimento das caldeiras é de responsabilidade da fornecedora, que investiu R$ 2,5 milhões na Ambev e aplicará R$ 3 milhões na Kimberly-Clark e R$ 1,3 milhão na Resitol.

 

Só em Correia Pinto, o prefeito Cláudio Roberto Ziliotto prevê um aumento de R$ 40 mil por mês no movimento econômico do município com as atividades da Bioenergy.

 


O engenheiro mecânico e diretor da Bioenergy, Carlos Alberto Bonet, lembra que a biomassa proporciona uma economia de 20% em relação ao óleo combustível na operação das caldeiras.



Fonte: Diário Catarinense
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