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Investimentos

Reserva para ações da Suzano Petroquímica se encerra hoje

15/12/2004 | 00h00

Acaba nesta quarta-feira (15/12) o prazo para reserva das ações preferenciais (sem direito a voto) da oferta pública primária e secundária da Suzano Petroquímica. No total, estão sendo ofertados 28 milhões de papéis, sendo 16,5 milhões da Suzano Holding, 6 milhões do fundo de pensão do Banco do Brasil (Previ) e 5,5 milhões de títulos novos. Ontem, as PNs da companhia eram negociadas a R$ 6,85, mas analistas dizem que o preço justo para a oferta seja próximo de R$ 6,00.
Nesse ano, as preferenciais da petroquímica já subiram 125,81%, boa parte influenciada pela adesão ao Nível 2 de governança corporativa e pela empolgação com a distribuição de ações e o esperado aumento de liquidez. A cotação máxima do ano, de R$ 7,94, aconteceu em 18 de novembro, quando foi aprovada a medida que impede minoritários de ter mais de 8% das ações PNs no mercado, aumentando a pulverização dos papéis.
Diferente das demais operações ao longo do ano, a oferta da Suzano irá privilegiar os investidores de menor porte, que terão suas reservas atendidas primeiro. Com isso, se a demanda superar a oferta, a divisão será igualitária e sucessiva até chegar aos 20% da oferta destinados ao varejo. Analistas acreditam que haverá o "green shoe"- colocação de lote suplementar - de até 4,2 milhões de ações, mas com um excesso de demanda mais moderado, sem "investidores pedindo dez vezes o que realmente querem", diz um analista envolvido na operação.
Na avaliação de analistas, os papéis da holding costumam ser negociados abaixo do preço considerado justo. Isso porque se trata de uma empresa não operacional, que apenas controla ou participa de subsidiárias, de onde vem sua receita. É o caso da Rio Polímeros, que começa a produzir só no ano que vem, Polibrasil Resinas, Petroflex e Politeno. "A companhia é majoritária, mas não é dona isolada de nenhuma delas e nem dos seus lucros (e os minoritários só têm uma parte ainda menor disso)", justifica o analista.
Para ele, em condições normais - fora de um período de oferta -, as ações da empresa hoje estariam cotadas entre R$ 6 e R$ 6,20. Segundo o gestor de renda variável da Mellon Global Investments, Ricardo Magalhães, se os papéis saírem próximos de R$ 7,00, outras empresas do setor petroquímico oferecem chances de maiores valorizações, com destaque para Braskem, Unipar e Copesul. Um preço mais baixo, segundo especialistas, seria melhor até para evitar quedas logo após a oferta, como aconteceu em outras operações recentes.
Ontem, acabou também o prazo para a reserva de ações da Bradespar exclusiva para acionistas da empresa. Segundo Magalhães, é outra empresa que sofre alto desconto, de cerca de 41%, por ser uma holding. Na contramão das aberturas de capital, ontem a Technos Relógios e a AGF Brasil Seguros divulgaram intenção de sair da bolsa, ambas com ofertas públicas de aquisição a serem apresentadas à CVM em 30 dias.



Fonte: Valor Econômico
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