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RenovaBio

RenovaCalc será base para implementação do RenovaBio, diz Embrapa

18/07/2018 | 11h09
RenovaCalc será base para implementação do RenovaBio, diz Embrapa
Divulgação Divulgação

Durante audiência pública realizada na última semana na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional, que tratou sobre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), a Embrapa destacou a importância do RenovaCalc, que será responsável pelo cálculo da nota de desempenho ambiental da produção de biocombustíveis.

Durante o debate. o chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, disse que o Renovacalc será a base para a implementação do RenovaBio. A plataforma irá realizar o cálculo da intensidade de carbono de cada produtor de biocombustível e assim gerar as notas que darão acesso aos créditos de descarbonização (CBios), que serão o instrumento de cumprimento das metas individuais dos distribuidores de combustível e das metas globais do país estabelecidas pelo RenovaBio.

Diferentemente de medidas tradicionais, o RenovaBio não propõe a criação de imposto sobre carbono e nem subsídios para os produtores de biocombustíveis. Na prática, produtores rurais, empresas e indústrias que atuam na cadeia produtiva de biocombustíveis, como cana-de-açúcar, milho, soja entre outros, poderão ser beneficiados a partir da contribuição que estarão dando para a redução do carbono, relacionando sua eficiência energética e emissão de gases de efeito estufa.

E será a partir da RenovaCalc que o desempenho ambiental da produção de biocombustíveis pelas usinas de biocombustíveis será calculado. Para isso, as usinas deverão detalhar aspectos agrícolas e industriais de seus processos produtivos que resultam na emissão de carbono, relacionando eficiência energética e emissão de gases de efeito estufa, com base em ACV (Avaliação do Ciclo de Vida) - e estabelecendo as diretrizes para sua certificação.

A emissão total é comparada com a do combustível fóssil equivalente (a gasolina, no caso do etanol, ou o diesel, para o biodiesel) resultando em uma nota final, caracterizando a mitigação das emissões. Essa nota se transforma em um fator multiplicador no momento da emissão dos Créditos de Descarbonização (CBios) negociados em bolsa de valores e que funcionarão como um novo produto para as companhias.



Fonte: Redação/Assessoria Datagro
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