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Empresas

Renova Energia inicia a construção do maior complexo de energia eólica do Brasil

28/02/2011 | 12h02
A Renova Energia lançou, no município de Guanambi, a 796 KM de Salvador, a pedra fundamental de seu conjunto de parques eólicos comercializados no Leilão de Energia de Reserva - LER realizado em 2009. Na cerimônia estiveram presentes o vice-governador do Estado em exercício, Otto Alencar, a chefe da Casa Civil estadual, Eva Chiavon, o superintendente da Secretaria Estadual de Indústria e Comercio, Paulo Guimarães, os prefeitos de Guanambi, Charles Fernandes, de Caetité, José Barreira e o de Igaporã, Newton Cotrim, entre outras autoridades. O empreendimento eólico é o primeiro em fase de instalação no sudoeste da Bahia.  


Durante a solenidade, o vice-governador ressaltou a importância do projeto da Renova para a Bahia e a posição de destaque do Estado na matriz energética brasileira. “A Bahia tem 15% do potencial energético eólico de todo o Brasil. No futuro, o estado pode ser o maior produtor do país”, afirmou Otto Alencar.


Uma vez em operação, os 14 parques da Renova Energia formarão o maior complexo eólico do Brasil. O inicio da operação comercial está previsto para 1º de julho de 2012. Os contratos de compra e venda de energia, formalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), têm prazo de 20 anos.

     
 
Os parques serão implantados nos municípios de Caetité, Guanambi e Igaporã. O investimento previsto de R$1,17 bilhão atrairá para os municípios outros benefícios. “Além da produção de energia limpa, o investimento realizado certamente aquecerá a economia local. Em relação ao pequeno produtor rural, nosso modelo comercial prevê o arrendamento da terra, o que permite ao mesmo a continuação de suas atividades agropecuárias e sua fixação no campo”, declarou o diretor de Operações e co-presidente da Renova Energia, Renato Amaral.


Inicialmente serão instalados 184 aerogeradores, cada uma com 80 metros de altura (o equivalente a um prédio com mais de 27 andares) e pás de 42 metros de extensão. A energia anual gerada pelo complexo - que é de 1.100 GWh/ano (Giga-watt-hora por ano) - corresponde ao consumo de cerca de 650 mil residências. A estimativa é de que sejam gerados 2000 empregos diretos e indiretos durante o período de pico das obras.


Os aerogeradores foram adquiridos pela GE e têm potência instalada 1,6 MW cada. As obras civis ficarão a cargo do consórcio Queiroz Galvão-Mercurius, e a montagem das linhas de transmissão será realizada pela ABB. A energia será escoada por uma Instalação Compartilhada de Geração – ICG a ser erguida pela Chesf. Em média, os projetos têm fator de capacidade da ordem de 48%, mas alguns chegam a ultrapassar 50%, número elevado para o setor.


Fonte: Redação
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