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Internacional

Refinarias contabilizam danos

26/09/2005 | 00h00

A indústria petrolífera norte-americana começou ontem (25_09) a avaliar os danos provocados pela passagem do furacão Rita pelo Sul do país. Segundo informações preliminares, a Valero Energy Corp., principal refinaria dos Estados Unidos, foi a mais prejudicada, com um vazamento de óleo no local, e deve levar de duas a quatro semanas para retomar a produção de 250 mil barris por dia em Port Arthur, Texas.
Essa foi a segunda grande tempestade que atingiu a região em menos de um mês, provocando a interrupção total da produção de petróleo no Golfo do México e de 30% da produção de refinarias localizadas na costa da região Sul do país. De acordo com a Guarda Costeira, um vôo sobre a região afetada pelo furacão Rita apontou danos visíveis em duas plataformas, além dos provocados pelo furacão Katrina na plataforma Mars, da Shell.
Vários oleodutos e gasodutos interromperam suas atividades em função do furacão Rita, entre eles a Sabine Pipeline LLC, que pode ter sofrido danos em seu gasoduto que liga o centro de distribuição Henry Hub, ponto responsável pelo fornecimento para os mercados futuros de gás natural NYMEX. As operações marítimas do Louisiana Offshore Oil Port (Loop), canal importante das importações de petróleo dos EUA, também foram paralisadas e devem ser retomadas quando melhorem as condições climáticas. No entanto, as empresas que contam com plataformas marítimas na região atingida consideram que ainda é cedo para calcular do gerados pelo Rita.
O preço do petróleo caiu mais de um dólar ontem, chegando a US$ 63,10, em sessão da New York Mercantile Exchange. A queda se deve à diminuição do temor em relação ao Rita. O Katrina levou os preços da energia a índices recorde e provocou a liberação de reservas de petróleo de emergência de membros da Agência Internacional de Energia.



Fonte: Jornal do Brasil
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