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Manutenção

Refinaria de Cubatão vai fazer parada de 60 dias

08/06/2005 | 00h00

No fim de junho, a Petrobras fará uma parada técnica em uma das unidades de produção de gasolina automotiva da Refinaria Presidente Bernardes Cubatão (RPBC), no litoral sul paulista. O custo da operação está orçado em R$ 80 milhões e deve durar de 45 a 60 dias para troca de caldeira.
A paralisação da Unidade de Craqueamento Catalítico Fluido (UFCC) visa modernizar as instalações e, consequentemente, reduzir os teores de enxofre da gasolina, de modo que o combustível atenda às determinações ambientais brasileiras que entrarão em vigor a partir de 2009.
Em operação desde 1955, a RPBC é a mais antiga entre as refinarias da Petrobras. Tem capacidade total de refino de 170 mil barris diários. Além de gasolina, são produzidos no local coque, óleo diesel, gás de cozinha, nafta petroquímica, butano, benzeno, solventes aromáticos, bunker (combustível para navios), e outros derivados. A unidade foi responsável por faturamento de R$ 6 bilhões em 2004.
A manutenção da unidade segue um programa de atualização tecnológica e de aumento de produção iniciado em 2004 e que está orçado em R$ 1,1 bilhão até 2007, de acordo com dados da companhia. O montante também envolve investimento em ações ambientais. A empresa não informou em quanto aumentará a capacidade de refino da RPBC.
O projeto de modernização inclui também a construção de uma nova termelétrica da unidade, de 155 MW. A usina instalada no local, de 20 MW, não supre as necessidades da unidade, que compra mais 14 MW da CPFL. O excedente da energia deverá ser comercializado. O gás para alimentar a térmica virá do Campo de Merluza (plataforma offshore localizada a 180 quilômetros do litoral de Santos).
Em novembro, a Petrobras inaugura o Centro de Capacitação e Pesquisa de Meio Ambiente (Cepema), instituto que será gerenciado em conjunto com a Universidade de São Paulo (USP). O novo centro exigirá investimentos de US$ 10 milhões.



Fonte: Valor Econômico
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