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Sustentabilidade

Reduc usará biogás produzido em Gramacho

07/06/2013 | 16h43
Reduc usará biogás produzido em Gramacho
Vista aérea do Aterro de Gramacho. Divulgação Vista aérea do Aterro de Gramacho. Divulgação

 

O biogás gerado com o lixo acumulado durante décadas no Aterro de Gramacho, na Baixada Fluminense, abastecerá a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, após ter sido purificado até obter a qualidade equivalente de gás natural. É a primeira vez no mundo que uma refinaria funcionará utilizando gás verde, renovável como derivado de biogás, para atender parcialmente suas necessidades energéticas. Em uma iniciativa pioneira da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro apoiada pela Petrobras, como consumidor do gás, e pelo Bradesco, como financiador, a empresa Gás Verde S.A. inaugura a segunda etapa do projeto iniciado em 2009, com o fornecimento inicial de 70 milhões de m³ de biocombustível por ano à Reduc.
Com a implementação do projeto, o aterro vai deixar de emitir, nos próximos 20 anos, aproximadamente 6 milhões de toneladas de gás carbônico equivalentes na atmosfera, minimizando assim a emissão da gases que contribuem para o aquecimento global do planeta. O gás verde produzido anualmente é suficiente para abastecer todo o consumo residencial e comercial da cidade do Rio de Janeiro. O investimento privado é de R$ 240 milhões.
O biogás gerado da decomposição da matéria orgânica no aterro é captado por 301 poços de coleta distribuídos na área do aterro. Em seguida, ele é transportado por tubulações até a usina de coleta e processamento, onde passa por várias etapas de purificação até atingir o alto padrão de qualidade exigido pelas rígidas especificações técnicas da Petrobras. O biogás purificado, que será comercializado com a marca registrada gás verde, é então bombeado para a Reduc, através de um gasoduto exclusivo da Gás Verde S.A., com seis quilômetros de extensão. Desta forma, a refinaria poderá reduzir o seu consumo de gás natural de petróleo (GNP), passando a consumir o gás verde, que tem o mesmo poder calorífico que o GNP, mas combustão bem mais favorável em termos ambientais por tratar-se de um gás mais limpo e renovável.
O gasoduto da Gás Verde S.A. é o único do mundo que liga um aterro sanitário diretamente a uma refinaria de petróleo. Para eliminar o impacto da implantação do duto nos ecossistemas da região, a tubulação na área do mangue foi construída com tecnologia de furo direcional, que permitiu a perfuração por baixo da área do manguezal e do rio Sarapuaí, em uma extensão de 1.100 metros, ao longo de uma camada profunda do solo. A usina é completamente automatizada e preparada para funcionar ininterruptamente ao longo de todo o ano. Além do uso industrial, este modelo de negócio permitirá que o biocombustível gás verde possa ser eventualmente utilizado também para atender o consumo residencial, comercial ou veicular, se reproduzido no futuro.
O empreendimento contou também com um acordo de transferência de tecnologia de purificação do biogás firmado com a empresa norte-americana Firm Green, detentora da patente do processo denominado CO2-WASH, além de financiamento direto do Tesouro Americano através do EXIMBANK - Export-Import Bank of the United States, para a importação de equipamentos. O empreendimento teve também o apoio do Banco ABC Brasil desde o seu inicio em 2007.

O biogás gerado com o lixo acumulado durante décadas no Aterro de Gramacho, na Baixada Fluminense, abastecerá a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, após ter sido purificado até obter a qualidade equivalente de gás natural. É a primeira vez no mundo que uma refinaria funcionará utilizando gás verde, renovável como derivado de biogás, para atender parcialmente suas necessidades energéticas. Em uma iniciativa pioneira da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro apoiada pela Petrobras, como consumidor do gás, e pelo Bradesco, como financiador, a empresa Gás Verde S.A. inaugura a segunda etapa do projeto iniciado em 2009, com o fornecimento inicial de 70 milhões de m³ de biocombustível por ano à Reduc.


Com a implementação do projeto, o aterro vai deixar de emitir, nos próximos 20 anos, aproximadamente 6 milhões de toneladas de gás carbônico equivalentes na atmosfera, minimizando assim a emissão da gases que contribuem para o aquecimento global do planeta. O gás verde produzido anualmente é suficiente para abastecer todo o consumo residencial e comercial da cidade do Rio de Janeiro. O investimento privado é de R$ 240 milhões.


O biogás gerado da decomposição da matéria orgânica no aterro é captado por 301 poços de coleta distribuídos na área do aterro. Em seguida, ele é transportado por tubulações até a usina de coleta e processamento, onde passa por várias etapas de purificação até atingir o alto padrão de qualidade exigido pelas rígidas especificações técnicas da Petrobras. O biogás purificado, que será comercializado com a marca registrada gás verde, é então bombeado para a Reduc, através de um gasoduto exclusivo da Gás Verde S.A., com seis quilômetros de extensão. Desta forma, a refinaria poderá reduzir o seu consumo de gás natural de petróleo (GNP), passando a consumir o gás verde, que tem o mesmo poder calorífico que o GNP, mas combustão bem mais favorável em termos ambientais por tratar-se de um gás mais limpo e renovável.


O gasoduto da Gás Verde S.A. é o único do mundo que liga um aterro sanitário diretamente a uma refinaria de petróleo. Para eliminar o impacto da implantação do duto nos ecossistemas da região, a tubulação na área do mangue foi construída com tecnologia de furo direcional, que permitiu a perfuração por baixo da área do manguezal e do rio Sarapuaí, em uma extensão de 1.100 metros, ao longo de uma camada profunda do solo. A usina é completamente automatizada e preparada para funcionar ininterruptamente ao longo de todo o ano. Além do uso industrial, este modelo de negócio permitirá que o biocombustível gás verde possa ser eventualmente utilizado também para atender o consumo residencial, comercial ou veicular, se reproduzido no futuro.


O empreendimento contou também com um acordo de transferência de tecnologia de purificação do biogás firmado com a empresa norte-americana Firm Green, detentora da patente do processo denominado CO2-WASH, além de financiamento direto do Tesouro Americano através do EXIMBANK - Export-Import Bank of the United States, para a importação de equipamentos. O empreendimento teve também o apoio do Banco ABC Brasil desde o seu inicio em 2007.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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