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COP 21

Rascunho da COP 21 reforça redução drástica na emissão de gases na atmosfera

10/12/2015 | 12h50

Aumentar os esforços para limitar o aquecimento global abaixo de 1,5° C até o fim do século, intensificando a meta mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa -- que pode chegar a 95% para alguns países -- nos próximos 35 anos. Este foi um dos pontos principais do novo rascunho de intenções desenvolvido nesta quarta-feira (9) na COP 21, a Conferência do Clima das Nações Unidas em Paris, e apresentado pelo chanceler francês Laurent Fabius.

Para Julio Minelli, diretor superintendente da APROBIO e membro da delegação brasileira na Conferência, ainda é cedo para fazer conclusões, pois o documento final consolidado está previsto para ser entregue sexta-feira (11). “Embora vários pontos avancem muito bem, existem ainda questões que não foram fechadas. A parte econômica e a força de grupos que poderão ser impactados com as diretivas ainda podem influir”, explica o superintendente.

Entre os 195 países participantes da COP 21, há divergências sobre a questão dos limites para o aquecimento global, pois o tema interfere diretamente na previsão e responsabilidade sobre a emissão de gases que causam o efeito estufa.

A pressão envolvendo esses números do aquecimento global aumentou após a apresentação de estudos aos participantes do evento em Paris indicando que se for ultrapassado esse valor de 1,5° C as pequenas ilhas e os países subdesenvolvidos irão sofrer graves consequências e que provavelmente não poderão ser revertidas.

“Impressiona a mobilização de entidades do mundo inteiro discutindo a mudança climática, as formas de mitigá-la, e a impressão de que há necessidade de ações imediatas”, diz Julio Minelli.

Discordâncias sobre o documento

Segundo o chanceler Laurent Fabius, o documento entregue hoje ainda não resolve três pontos principais de discordância entre os conferencistas: a diferenciação entre países ricos e pobres sobre responsabilidades de redução de emissões de gases, a ambição do futuro acordo e a transferência financeira para a mitigação e adaptação às alterações climáticas nos países em desenvolvimento. "Temos feito progressos, mas ainda nos falta muito trabalho nas próximas 48 horas”, afirmou Fabius. Desde sábado, o documento sofreu mudanças e passou de 51 para 29 páginas.



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