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Inauguração

Raízen inaugura primeira unidade de etanol de segunda geração

23/07/2015 | 10h01
Raízen inaugura primeira unidade de etanol de segunda geração
Divulgação Raízen Divulgação Raízen

A Raízen realizou nesta quarta-feira, 22 de julho, evento de inauguração de sua primeira unidade de produção de etanol de segunda geração, biocombustível gerado a partir do processamento do bagaço e palha da cana-de-açúcar. O investimento total na nova planta instalada em Piracicaba foi de R$ 237 milhões. O projeto é um marco no setor e irá contribuir para que o Brasil se torne referência internacional na utilização de tecnologia avançada na produção de etanol de segunda geração.

 

O evento ocorreu na própria unidade e contou com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do prefeito de Piracicaba, Gabriel Ferrato, entre outras autoridades. A inauguração reforça a importância econômica do projeto para o Brasil e também para o setor. . “Essa inauguração é um salto em direção ao futuro. Queria parabenizar a Raízen por estar na vanguarda deste processo”, disse a presidente da República, Dilma Rousseff.


O etanol de segunda geração é uma grande revolução no mercado. Fomos uma das primeiras empresas do mundo a produzir esse novo biocombustível. Acreditamos no potencial do produto para atender à crescente demanda por biocombustíveis, tanto no Brasil quanto no exterior”, afirma Vasco Dias, presidente da Raízen.


A unidade de produção de etanol de segunda geração tem capacidade para 42 milhões de litros anuais. Para garantir sua competitividade e eficiência, a nova planta foi construída estrategicamente ao lado da unidade Costa Pinto. A proximidade e a sinergia entre as duas unidades conferem ganhos logísticos e de custo, proporcionando eficiência e competitividade a todo o processo produtivo.


Além da primeira unidade em Piracicaba, a Raízen prevê a construção de mais sete plantas de etanol de segunda geração, após a produção da primeira planta se tornar viável comercialmente, ou seja, quando o custo do etanol de segunda geração atingir o mesmo patamar que o de primeira geração. A expectativa é que essas unidades sejam todas integradas às plantas de produção de etanol de primeira geração, elevando cerca de 50% a capacidade de produção de etanol da Raízen com a mesma área plantada.


Expansão contínua


O setor sucroenergético continuará em expansão e terá cada vez mais espaço na matriz energética brasileira, o que dependerá de avanços tecnológicos e da modernização do setor, afirmou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.


Braga listou as medidas já adotadas pelo governo federal para permitir o desenvolvimento do setor, e destacou que a busca de produtividade será um dos caminhos para vencer os desafios.“Aqui, está sendo apontado o caminho para que a indústria sucroenergética consolide o seu espaço na economia brasileira e na economia mundial”, afirmou na cerimônia.  



Fonte: Redação/ Assessoria
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