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Empresas

Queiroz Galvão prevê perfurar mais poços em Carcará

08/11/2012 | 15h53

 

O diretor-presidente da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), Lincoln Guardado, afirmou há pouco que a companhia prevê perfurar mais poços no prospecto de Carcará, no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos, em 2013 e 2014. Ele, no entanto, informou que a quantidade de poços e o respectivo investimento ainda serão definidos.
“Os testes que estão sendo preparados vão nos orientar sobre a decisão de quais serão nossas necessidades de perfuração”, disse Guardado, que participa de teleconferência com analistas financeiros.
O executivo explicou que, por ser especial, com resultados muito positivos, o primeiro poço em Carcará levou mais tempo para ter a perfuração concluída. Ele acredita que as novas perfurações terão um prazo médio “normal”, de seis meses.
O executivo acrescentou ainda que a empresa e os demais sócios no bloco BM-S-8 estão “muito otimistas com a produtividade que está prevista na região, com base nas características do reservatório”.
Ele destacou, no entanto, que o volume de recursos em Carcará não será da magnitude de Tupi. “Também estamos muito curiosos em relação ao tamanho de Carcará. Estamos buscando uma taxa entre um mínimo e um máximo”.
A QGEP tem 10% de participação no BM-S-8. Os demais sócios são Petrobras (66%), Petrogal Brasil (14%) e Barra Energia (10%).

O diretor-presidente da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), Lincoln Guardado, afirmou há pouco que a companhia prevê perfurar mais poços no prospecto de Carcará, no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos, em 2013 e 2014. Ele, no entanto, informou que a quantidade de poços e o respectivo investimento ainda serão definidos.


“Os testes que estão sendo preparados vão nos orientar sobre a decisão de quais serão nossas necessidades de perfuração”, disse Guardado, que participa de teleconferência com analistas financeiros.


O executivo explicou que, por ser especial, com resultados muito positivos, o primeiro poço em Carcará levou mais tempo para ter a perfuração concluída. Ele acredita que as novas perfurações terão um prazo médio “normal”, de seis meses.


O executivo acrescentou ainda que a empresa e os demais sócios no bloco BM-S-8 estão “muito otimistas com a produtividade que está prevista na região, com base nas características do reservatório”.


Ele destacou, no entanto, que o volume de recursos em Carcará não será da magnitude de Tupi. “Também estamos muito curiosos em relação ao tamanho de Carcará. Estamos buscando uma taxa entre um mínimo e um máximo”.


A QGEP tem 10% de participação no BM-S-8. Os demais sócios são Petrobras (66%), Petrogal Brasil (14%) e Barra Energia (10%).

 



Fonte: Valor Online
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