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E&P

Queiroz Galvão investe US$ 40 milhões nos próximos dois anos

12/04/2004 | 00h00
A Queiroz Galvão Perfurações, braço da construtora para o setor de Exploração e Produção (E&P), decidiu fazer da cautela a palavra-de-ordem para os próximos anos, embora possa partir para novos investimentos no exterior. Com US$ 40 milhões de investimentos previstos para os próximos dois anos no Brasil, a empresa ainda não definiu se participará da sexta rodada da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em agosto. O diretor de E&P da Queiroz, José Augusto Fernandez, revela que, de certo mesmo, só os desembolsos previstos para 2004 e 2005 nos seis blocos que detém nas bacias de Santos, Camamu-Almada (BA) e Recôncavo (BA).
Responsável por investimentos de US$ 100 milhões nos últimos três anos, a Queiroz Galvão avalia a possibilidade de explorar petróleo e gás no exterior, em um futuro próximo. Embora não entre em detalhes, ainda, sobre esses planos, Fernandez afirma que tal hipótese se justificaria pelas oportunidades abertas nos últimos anos em países onde, ao contrário do Brasil, já há tradição de petroleiras independentes.
Fernandez se abstém de fazer críticas à ANP ou ao Ministério de Minas e Energia - ao qual a agência está vinculada -, mas especialistas do setor petrolífero argumentam que, apesar do discurso oficial de incentivo à participação de petroleiras independentes na sexta rodada, a vida dessas companhias no Brasil não está fácil. Por isso, empresas como a Queiroz já vislumbram o exterior como perspectiva concreta de investimento.
Apesar de o executivo não descartar a possibilidade de fazer lances por novas áreas na próxima rodada da ANP - "caso surjam boas oportunidades" -, Fernandez revela que a empresa tem como certos investimentos no campo BMS-12, operado pela Petrobras, onde serão perfurados um poço no início do segundo semestre deste ano e outro em 2005. Também estão previstas perfurações nos campos BCAM-40 e BMCAL-5 e 6, entre o fim deste ano e início do próximo.
Nos últimos três anos, dos US$ 100 milhões desembolsados pela companhia no segmento de E&P, US$ 60 milhões foram destinados a exploração, enquanto US$ 40 milhões foram reservados para o desenvolvimento da produção do campo de Coral, na costa dos estados de Paraná e Santa Catarina. Nesse campo, como mesmo lembra Fernandez, foram realizadas importantes descobertas de óleo do tipo leve, mais raro no Brasil.

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