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Energia

Queiroz Galvão investe em eólicas

06/08/2012 | 11h40

 

O grupo Queiroz Galvão, que atua nos setores de engenharia, petróleo e gás, concessões de rodovias e siderurgia, vai investir cerca de R$ 3 bilhões em complexos de energia eólica no Nordeste até 2016. O primeiro parque da recém-criada Queiroz Galvão Energia Renováveis (QQER) entra em operação no fim deste ano no Ceará, com capacidade de 122 MW.
Mas a empresa já possui em carteira contratos futuros de fornecimento de 800 MW de energia, o que a colocará entre as cinco maiores geradoras eólicas independentes do país, afirma Max Xavier Lins. Ex-diretor da Elektro e com passagens pela Eletropaulo e Neoenergia, o executivo assumiu há três meses a presidência da nova companhia do conglomerado, que tem sede no Rio de Janeiro.
Originária de Pernambuco, a família Queiroz Galvão segue os passos de outros empresários brasileiros, que também enxergam na geração de energia a partir do vento um negócio rentável, de baixo risco, à medida que os contratos de fornecimento são de longo prazo, e ao mesmo tempo sustentável. Somam-se a esses atrativos os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia mais de 50% do total investido pelos empreendedores, a juros baixos.
A capacidade de geração de energia eólica do país, que era de 340 MW em 2008, deve superar 7 mil MW a partir de 2014, quando vários parques entram em produção, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). A participação do setor na matriz energética, hoje em torno de 1,3%, deve saltar para 5,3% dentro de quatro anos.
Muitos dos empreendimentos estão sendo construídos no país por empresários que fizeram fortuna em outros segmentos, como a família mineira Pentagna Guimarães, dona do banco BMG.
Entre os empresários que já investiram em parques eólicos estão a família Weege, dona da indústria têxtil Malwee, e o fundo Pragma Patrimônio, ligado aos fundadores da Natura. Ambos são sócios na Desa, que acabou de inaugurar o parque Morro dos Ventos, no Rio Grande do Norte. A família Seibel, acionista da Telhanorte e Duratex, associou-se à Servtec na Bons Ventos, que possui parques no Ceará e que foi vendida à CPFL por mais de R$ 1 bilhão neste ano.
Apesar de novata, a Queiroz Galvão Energia Renováveis já comercializou a energia que será gerada por parques eólicos que ainda serão construídos. A energia foi vendida tanto nos últimos leilões do governo quanto no mercado livre, em acordos bilaterais com empresas, cujos nomes não são revelados. Segundo Lins, a QGER também reforçou sua carteira com a aquisição de contratos vendidos por terceiros nos leilões de energia eólica realizados nos últimos anos.
Sobre a participação da companhia no próximo leilão de energia, marcado para outubro, Lins responde que essa é uma questão em aberto. "Vamos aguardar para ver quais serão as condições", afirma. O governo não realizou nenhum leilão neste ano por falta de demanda, já que, após a desaceleração da economia, muitas distribuidoras possuem energia contratada em excesso. No último leilão, realizado no ano passado, a energia foi vendida por R$ 112 o MWh. "Mas, nesse meio tempo, o câmbio mudou e houve inflação", afirma Lins.

O grupo Queiroz Galvão, que atua nos setores de engenharia, petróleo e gás, concessões de rodovias e siderurgia, vai investir cerca de R$ 3 bilhões em complexos de energia eólica no Nordeste até 2016. O primeiro parque da recém-criada Queiroz Galvão Energia Renováveis (QQER) entra em operação no fim deste ano no Ceará, com capacidade de 122 MW.


Mas a empresa já possui em carteira contratos futuros de fornecimento de 800 MW de energia, o que a colocará entre as cinco maiores geradoras eólicas independentes do país, afirma Max Xavier Lins. Ex-diretor da Elektro e com passagens pela Eletropaulo e Neoenergia, o executivo assumiu há três meses a presidência da nova companhia do conglomerado, que tem sede no Rio de Janeiro.


Originária de Pernambuco, a família Queiroz Galvão segue os passos de outros empresários brasileiros, que também enxergam na geração de energia a partir do vento um negócio rentável, de baixo risco, à medida que os contratos de fornecimento são de longo prazo, e ao mesmo tempo sustentável. Somam-se a esses atrativos os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia mais de 50% do total investido pelos empreendedores, a juros baixos.


A capacidade de geração de energia eólica do país, que era de 340 MW em 2008, deve superar 7 mil MW a partir de 2014, quando vários parques entram em produção, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). A participação do setor na matriz energética, hoje em torno de 1,3%, deve saltar para 5,3% dentro de quatro anos.


Muitos dos empreendimentos estão sendo construídos no país por empresários que fizeram fortuna em outros segmentos, como a família mineira Pentagna Guimarães, dona do banco BMG.


Entre os empresários que já investiram em parques eólicos estão a família Weege, dona da indústria têxtil Malwee, e o fundo Pragma Patrimônio, ligado aos fundadores da Natura. Ambos são sócios na Desa, que acabou de inaugurar o parque Morro dos Ventos, no Rio Grande do Norte. A família Seibel, acionista da Telhanorte e Duratex, associou-se à Servtec na Bons Ventos, que possui parques no Ceará e que foi vendida à CPFL por mais de R$ 1 bilhão neste ano.


Apesar de novata, a Queiroz Galvão Energia Renováveis já comercializou a energia que será gerada por parques eólicos que ainda serão construídos. A energia foi vendida tanto nos últimos leilões do governo quanto no mercado livre, em acordos bilaterais com empresas, cujos nomes não são revelados. Segundo Lins, a QGER também reforçou sua carteira com a aquisição de contratos vendidos por terceiros nos leilões de energia eólica realizados nos últimos anos.


Sobre a participação da companhia no próximo leilão de energia, marcado para outubro, Lins responde que essa é uma questão em aberto. "Vamos aguardar para ver quais serão as condições", afirma. O governo não realizou nenhum leilão neste ano por falta de demanda, já que, após a desaceleração da economia, muitas distribuidoras possuem energia contratada em excesso. No último leilão, realizado no ano passado, a energia foi vendida por R$ 112 o MWh. "Mas, nesse meio tempo, o câmbio mudou e houve inflação", afirma Lins.

 



Fonte: Valor Econômico
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