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Empresas

QGOG inicia perfuração onshore para a Shell na Bacia do São Francisco

23/07/2013 | 14h48

 

A sonda convencional terrestre QG-I, operada pela Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG), iniciou as perfurações para a Shell, na Bacia do Rio São Francisco, em Minas Gerais. O contrato entre as duas empresas para este trabalho termina em novembro de 2013.
A QG-I tem capacidade de perfuração de até 16.500 pés e está equipada com alta tecnologia, incluindo drawworks (mecanismo de elevação que é um componente de rotativa de perfuração) de 1600 HP.
“Estamos muito satisfeitos por ter iniciado esta parceria com a Shell. Nosso histórico e performance operacional por mais de 30 anos e comprometimento com as mais altas exigências da indústria em termos de QSMS (Qualidade, Segurança e Meio Ambiente) nos coloca em uma posição diferenciada para capturar as oportunidades decorrentes da perspectiva favorável para o desenvolvimento do mercado onshore no Brasil”, diz o diretor-geral da QGOG, Leduvy Gouvea.
A QGOG opera uma frota de nove sondas onshore - sendo que oito delas atuam na Amazônia. A empresa opera também oito unidades offshore.

A sonda convencional terrestre QG-I, operada pela Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG), iniciou as perfurações para a Shell, na Bacia do Rio São Francisco, em Minas Gerais. O contrato entre as duas empresas para este trabalho termina em novembro de 2013.


A QG-I tem capacidade de perfuração de até 16.500 pés e está equipada com alta tecnologia, incluindo drawworks (mecanismo de elevação que é um componente de rotativa de perfuração) de 1600 HP.


“Estamos muito satisfeitos por ter iniciado esta parceria com a Shell. Nosso histórico e performance operacional por mais de 30 anos e comprometimento com as mais altas exigências da indústria em termos de QSMS (Qualidade, Segurança e Meio Ambiente) nos coloca em uma posição diferenciada para capturar as oportunidades decorrentes da perspectiva favorável para o desenvolvimento do mercado onshore no Brasil”, diz o diretor-geral da QGOG, Leduvy Gouvea.


A QGOG opera uma frota de nove sondas onshore - sendo que oito delas atuam na Amazônia. A empresa opera também oito unidades offshore.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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