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Empresas

QGEP quer ser operadora de blocos, diz presidente

26/11/2013 | 12h10

 

A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) procura ser, aos poucos, um operador de blocos exploratórios de petróleo. A afirmação é do presidente da empresa, Lincoln Guardado, que falou durante apresentação em evento da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio (Apimec-Rio).
Fundada em 1980, a empresa brasileira tem uma trajetória marcada por produção de grande quantidade de gás e por atuar como sócia minoritária em blocos no mar. Em contrapartida, Guardado frisou que ser minoritário em ativos em parceria com “majors” (grandes) do setor contribui com o aprendizado da empresa.
Na 11ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo, realizada em maio, a empresa arrematou oito áreas, sendo cinco delas como operadora. "Na última rodada, a gente foi completar um pouco o portfólio", disse o executivo, durante sua apresentação. "Completamos outros quatro com um pouco mais de risco", admitiu o executivo.
Entretanto, ele disse que as escolhas estão baseadas em estudos aprofundados sobre as áreas vencidas e também feitas de acordo com a capacidade financeira da empresa de médio e longo prazo. "Quem faz exploração não pode ser avesso a risco", afirmou.
Em um momento em que o mercado vê a OGX, petroleira de Eike Batista, viver um processo de recuperação judicial, depois de se expor de forma excessiva ao mercado e acumular fortes riscos exploratórios, o presidente da QGEP - sem citar em nenhum momento a OGX - fez questão de destacar o risco de seus ativos e explicar como a empresa prevê desenvolvê-los.
O presidente destacou ainda que, apesar de aumentar seus riscos exploratórios, com a aquisição de áreas para iniciar a exploração, a empresa busca previsibilidade de caixa a partir de ativos como BS-4, na Bacia de Santos, com o desenvolvimento do Campo de Atlanta; e também o BM-S-8, também Bacia de Santos, onde foi descoberto o Campo de Carcará. Também prevê a continuidade da geração de caixa do Campo de Manati, na Bahia, com a produção de gás.
A empresa também buscou, segundo Guardado, em suas últimas decisões, diversificar seus parceiros e também a sua presença em bacias. Novos parceiros como Statoil, Pacific Brasil, Petra e Premier Oil vieram com a realização da 11ª Rodada.
A diretora financeira e de relações com investidores da QGEP, Paula Côrte-Real, destacou que a empresa vai investir US$ 200 milhões neste ano, considerando as aquisições realizadas, e outros US$ 215 milhões em 2014. O caixa da empresa no fim do terceiro trimestre do ano, considerado confortável pela executiva, é de R$ 939,1 milhões.
Lincoln Guardado não descarta que a empresa possa atuar no exterior. Atualmente, a companhia tem apenas ativos no Brasil. “Uma ida ao exterior é algo que a gente pode pensar”, disse o executivo.
Ele também afirmou que a empresa quer mais previsibilidade de rodadas de licitação de blocos exploratórios de petróleo realizadas pela ANP. Neste ano, foram realizadas duas rodadas: a 11ª, em maio, e a 1ª Rodada do pré-sal, em outubro, após cinco anos sem novas licitações.
O presidente reiterou que a QGEP optou por não participar da 12ª Rodada, prevista para os dias 28 e 29 deste mês. Entretanto, frisou que a empresa considera a oportunidade importante para o desenvolvimento do setor petrolífero brasileiro. A 12ª Rodada vai leiloar áreas com potencial para gás natural, inclusive não convencional (“shale gas”).
O diretor de produção da QGEP, Danilo Oliveira, afirmou que a empresa não prevê que haja produção de “shale gas” no país em menos de dez anos. “Gás de xisto [shale gas] pode vir a acontecer no país, mais nunca no curto prazo”, destacou o executivo.
Oliveira disse que o Brasil  ainda não tem instrumentos necessários para o desenvolvimento do “shale gas” por aqui, como equipamentos e regulamentação.
Sobre o interesse em comprar a participação da OGX no bloco BS-4, na Bacia de Santos, Guardado explicou que a operação pode vir a ser uma possibilidade, mas não é algo que a empresa busca.
“O BS-4 é um ativo importante para a gente e é para eles também”, destacou o presidente da QGEP. “Há muito ainda para se transitar para que uma decisão dessa possa ser tomada”, completou.
A compra da participação, segundo o executivo, dependeria do momento e também de a oportunidade estar no mercado. “Sem dúvida isso [compra da participação da OGX] fica no radar, mas não é o que vamos buscar”, disse Guardado.
A QGEP é a operadora do BS-4, com 30%. A Barra Energia tem 30% de participação e a OGX, 40%. O executivo frisou que a empresa tem como estratégia de mitigação de risco a busca por diversificação de sócios e de ativos.

A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) procura ser, aos poucos, um operador de blocos exploratórios de petróleo. A afirmação é do presidente da empresa, Lincoln Guardado, que falou durante apresentação em evento da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio (Apimec-Rio).

Fundada em 1980, a empresa brasileira tem uma trajetória marcada por produção de grande quantidade de gás e por atuar como sócia minoritária em blocos no mar. Em contrapartida, Guardado frisou que ser minoritário em ativos em parceria com “majors” (grandes) do setor contribui com o aprendizado da empresa.

Na 11ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo, realizada em maio, a empresa arrematou oito áreas, sendo cinco delas como operadora. "Na última rodada, a gente foi completar um pouco o portfólio", disse o executivo, durante sua apresentação. "Completamos outros quatro com um pouco mais de risco", admitiu o executivo.

Entretanto, ele disse que as escolhas estão baseadas em estudos aprofundados sobre as áreas vencidas e também feitas de acordo com a capacidade financeira da empresa de médio e longo prazo. "Quem faz exploração não pode ser avesso a risco", afirmou.

Em um momento em que o mercado vê a OGX, petroleira de Eike Batista, viver um processo de recuperação judicial, depois de se expor de forma excessiva ao mercado e acumular fortes riscos exploratórios, o presidente da QGEP - sem citar em nenhum momento a OGX - fez questão de destacar o risco de seus ativos e explicar como a empresa prevê desenvolvê-los.

O presidente destacou ainda que, apesar de aumentar seus riscos exploratórios, com a aquisição de áreas para iniciar a exploração, a empresa busca previsibilidade de caixa a partir de ativos como BS-4, na Bacia de Santos, com o desenvolvimento do Campo de Atlanta; e também o BM-S-8, também Bacia de Santos, onde foi descoberto o Campo de Carcará. Também prevê a continuidade da geração de caixa do Campo de Manati, na Bahia, com a produção de gás.

A empresa também buscou, segundo Guardado, em suas últimas decisões, diversificar seus parceiros e também a sua presença em bacias. Novos parceiros como Statoil, Pacific Brasil, Petra e Premier Oil vieram com a realização da 11ª Rodada.

A diretora financeira e de relações com investidores da QGEP, Paula Côrte-Real, destacou que a empresa vai investir US$ 200 milhões neste ano, considerando as aquisições realizadas, e outros US$ 215 milhões em 2014. O caixa da empresa no fim do terceiro trimestre do ano, considerado confortável pela executiva, é de R$ 939,1 milhões.

Lincoln Guardado não descarta que a empresa possa atuar no exterior. Atualmente, a companhia tem apenas ativos no Brasil. “Uma ida ao exterior é algo que a gente pode pensar”, disse o executivo.

Ele também afirmou que a empresa quer mais previsibilidade de rodadas de licitação de blocos exploratórios de petróleo realizadas pela ANP. Neste ano, foram realizadas duas rodadas: a 11ª, em maio, e a 1ª Rodada do pré-sal, em outubro, após cinco anos sem novas licitações.

O presidente reiterou que a QGEP optou por não participar da 12ª Rodada, prevista para os dias 28 e 29 deste mês. Entretanto, frisou que a empresa considera a oportunidade importante para o desenvolvimento do setor petrolífero brasileiro. A 12ª Rodada vai leiloar áreas com potencial para gás natural, inclusive não convencional (“shale gas”).

O diretor de produção da QGEP, Danilo Oliveira, afirmou que a empresa não prevê que haja produção de “shale gas” no país em menos de dez anos. “Gás de xisto [shale gas] pode vir a acontecer no país, mais nunca no curto prazo”, destacou o executivo.

Oliveira disse que o Brasil  ainda não tem instrumentos necessários para o desenvolvimento do “shale gas” por aqui, como equipamentos e regulamentação.

Sobre o interesse em comprar a participação da OGX no bloco BS-4, na Bacia de Santos, Guardado explicou que a operação pode vir a ser uma possibilidade, mas não é algo que a empresa busca.

“O BS-4 é um ativo importante para a gente e é para eles também”, destacou o presidente da QGEP. “Há muito ainda para se transitar para que uma decisão dessa possa ser tomada”, completou.

A compra da participação, segundo o executivo, dependeria do momento e também de a oportunidade estar no mercado. “Sem dúvida isso [compra da participação da OGX] fica no radar, mas não é o que vamos buscar”, disse Guardado.

A QGEP é a operadora do BS-4, com 30%. A Barra Energia tem 30% de participação e a OGX, 40%. O executivo frisou que a empresa tem como estratégia de mitigação de risco a busca por diversificação de sócios e de ativos.



Fonte: Valor Online
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