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América do Sul

ProInversión recebe propostas para o duto de Camisea, no Peru, em fevereiro

04/01/2005 | 00h00

A ProInversión, agência estatal encarregada de promover investimentos no Peru, planeja convocar empresas para a apresentação de ofertas em febrero para uma rede secundária de dutos para transportar gás desde o projeto de gás Camisea para as regiões centrais de Cusco, Ayacucho, Junín e Ica, disse à BNamericas o coordenador do projeto de ProInversión, Luis Ortigas.
O projeto consiste em três gasodutos que conectarian os quatro departamentos ao gasoduto principal Camisea, que atualmente transporta gás desde a região amazônica do leste do Peru até Lima.
A ProInversión receberia as ofertas em julho e adjudicaria os contratos este mês, comentou Ortiga, agregando que o projeto poderia adjudicar-se como um contrato individual ou vários contratos dependendo das propostas.
Quatro empresas colombianas com experiência em distribuição de gás a pequenas cidades expressaram seu interesse na licitação, informou Ortigas.
O projeto se destina a fornecer gás à região central peruana com a idéia de melhorar a competência das indústrias mediante o uso de combustível mais barato e criando, dessa maneira, novos empregos.
No entanto, a ProInversión atrasou o chamado para a apresentação de ofertas por cerca de quatro meses já que os estudos técnicos e econômicos de rotas alternativas de dutos demoraram mais do que o esperado, acrescentou.
O ministério de Energia e Minas informou em um comunicado emitido na segunda-feira (03/01) que os estudos técnicos e econômicos para rotas alternativas de dutos se haviam concluído, mas Ortigas afirma que a ProInversión está realizando novos estudos em Cusco porque não estão satisfeitos com as rotas escolhidas, comentou.
Em sua opinião, Cusco é uma região difícil desde o ponto de vista cultural, incluindo coisas como restos arqueológicos.
Os estudos incluem condições de mercado, melhores rotas para dutos, investimento necessário, estudos ambientais e estrutura financeira.
Quem fizer ofertas para os contratos é livre para escolher sua rota preferida entre as alternativas apresentadas nos estudos, explicou Ortigas.
As concessões de transporte e distribuição seriam por 30 anos com retornos garantidos para os investidores.



Fonte: BNamericas
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