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Prominp

Programa debate Centros e Redes de Excelência

08/11/2006 | 00h00

Realizado nesta terça-feira (7), no Rio de Janeiro, o 1º Fórum  Nacional de Centros e Redes de Excelência contou com a participação de representantes da alta administração da Petrobras, da Indústria de Petróleo e Gás, das universidades e instituições tecnológicas e da comunidade de Centros e Redes de Excelência em atividade no país.

Durante o evento, questões tecnológicas, de gestão e negócios foram debatidas por representantes da Confederação Nacional da Industria (CNI), CENPES, DSG – Sistema de Gestão da Petrobras, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Universidade Petrobras e Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (PROMINP). Também foram apresentados cases da indústria de petróleo e gás (RedeGasEnergia, Centro de Excelência em Metal-Mecânica – CEMM, Centro de Excelência em Engenharia, Suprimentos e Construção – CE-EPC, e Rede de Tecnologia Social – RTS) e analisados os pilares dos centros e redes de excelência (conhecimento, inovação e integração).

Durante a solenidade de abertura, Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras Distribuidora, lembrou que o PROMINP é uma iniciativa do Governo Federal que tem na Petrobras “seu braço direito e seu braço esquerdo”. “Esse é um programa de sucesso e de resultados absolutamente inquestionáveis”, afirmou. “Não é mais possível trabalhar de outra maneira”, disse.

Carlos Camerini, gerente-geral de Gestão Tecnológica do CENPES, recordou a criação dos primeiros centros de excelência, que, segundo ele, iniciaram suas atividades com um perfil principalmente tecnológico e que, mais tarde, evoluíram para mecanismos de produção de bens para a sociedade. “Que, afinal, deve ser sua principal finalidade”, disse.

Alan Kardec, Gerente Executivo do Refino, representando o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, destacou que o PROMINP garante o movimento necessário para garantir o retorno da expressiva carteira de investimentos que possui o setor e comparou o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) às conquistas em águas profundas. “Assim como os desafios superados em águas profundas, a área de abastecimento passa a ser um protagonista que vai nos colocar em um outro patamar, superior, a partir de uma convergência de esforços”.



Fonte: Da Redação
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