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Qualificação

Profissionalização no setor de plásticos: a falta de mão de obra

21/11/2012 | 12h19

 

Sea Brasil
http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/stx-osv-niteroi-lanca-barco-de-apoio-ao-mar-hoje/
Profissionalização no setor de plásticos: a falta de mão de obra
Cursos in company ou à distância são alternativas para driblar o problema
Estão sendo construídas no Recife a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica no Complexo Industrial e Portuário de Suape. Por esse motivo, muitas fábricas de material plástico devem se instalar no entorno. Nos últimos anos, essa região tem se tornado um importante polo transformador de PET e essa atividade deve se intensificar ainda mais.
A falta de mão qualificada no setor de plásticos, no entanto, é uma realidade em todo o país, e em Recife não é diferente. A construção da refinaria e da petroquímica no local vai fazer com que a procura por esses profissionais cresça ainda mais. Colaboradores despreparados trazem prejuízos para as indústrias. As máquinas utilizadas na transformação do plástico, injetoras e extrusoras, por exemplo, são equipamentos de ponta e muito caros. “Os empresários tem receio de confiar esses equipamentos nas mãos de pessoas que não tem nenhum preparo. Um simples botão apertado errado pode prejudicar uma produção inteira ou quebrar uma máquina que custa milhões”, explica Marcelo Reis, diretor de pesquisas do CENNE, empresa especializada na geração de leads para o segmento de plástico. 
Ainda de acordo com Reis, as empresas que estão em Pernambuco ou pretendem se instalar no estado têm duas possibilidades para suprir a falta de mão de mão de obra: importar profissionais qualificados de outras áreas do país ou capacitar as pessoas que lá estão. “Não tenho dúvidas de que formar profissionais é a melhor opção, pois isso vai gerar uma sinergia de ganhos de competitividade para a região como um todo, sob um custo muito menor que o deslocamento de profissionais de outras partes do país”, conclui. 
Uma luz no fim do túnel
Uma pesquisa realizada pelo CENNE no primeiro semestre deste ano revelou que 75% das empresas de transformação aplicam algum tipo de treinamento em sua equipe. Pelo menos metade delas respondeu que isso acontece mais de cinco vezes por ano. Apenas 5%, no entanto, disseram que também oferecem oportunidades de capacitação para a área administrativa. A pesquisa foi realizada com 96 empresas do setor de transformação de plástico e borracha do estado de São Paulo.
Os cursos à distância ou in company são uma alternativa para as empresas que querem capacitar sua mão de obra, inclusive para aquelas que estão em áreas mais distantes. “Os profissionais que ministram os treinamentos são mestres e doutores nas áreas de gestão empresarial e possuem grande experiência na indústria de transformação de plástico e borracha e na área de projetos de moldes”, explica Reis sobre os cursos oferecidos pelo CENNE . 
Ainda de acordo com ele, os cursos devem ser personalizados e desenvolvidos sobre os diversos assuntos de interesse da empresa. Um levantamento deve ser realizado com o objetivo de definir quais são as reais necessidades dela e a partir disso definir o conteúdo e a carga horária necessária para a capacitação. 
Uma opção mais barata e que tem se tornado cada vez mais comum no Brasil são os cursos online. Além de serem uma opção mais viável financeiramente, é acessível para qualquer lugar que tenha um computador com acesso à internet. 
“A competitividade ferrenha faz com que a briga por consumidores seja mais e mais feroz. Por isso, as chances de sucesso de uma empresa ficam mais atreladas à sua capacidade de desenvolver produtos e processos diferenciados da concorrência. Isto implica em inovação e a busca constante de melhorias internas. Para os dois casos, os resultados são obtidos com pessoas mais qualificadas”, conclui Reis. 

Estão sendo construídas no Recife a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica no Complexo Industrial e Portuário de Suape. Por esse motivo, muitas fábricas de material plástico devem se instalar no entorno. Nos últimos anos, essa região tem se tornado um importante polo transformador de PET e essa atividade deve se intensificar ainda mais.


A falta de mão qualificada no setor de plásticos, no entanto, é uma realidade em todo o país, e em Recife não é diferente. A construção da refinaria e da petroquímica no local vai fazer com que a procura por esses profissionais cresça ainda mais. Colaboradores despreparados trazem prejuízos para as indústrias. As máquinas utilizadas na transformação do plástico, injetoras e extrusoras, por exemplo, são equipamentos de ponta e muito caros. “Os empresários tem receio de confiar esses equipamentos nas mãos de pessoas que não tem nenhum preparo. Um simples botão apertado errado pode prejudicar uma produção inteira ou quebrar uma máquina que custa milhões”, explica Marcelo Reis, diretor de pesquisas do CENNE, empresa especializada na geração de leads para o segmento de plástico. 


Ainda de acordo com Reis, as empresas que estão em Pernambuco ou pretendem se instalar no estado têm duas possibilidades para suprir a falta de mão de mão de obra: importar profissionais qualificados de outras áreas do país ou capacitar as pessoas que lá estão. “Não tenho dúvidas de que formar profissionais é a melhor opção, pois isso vai gerar uma sinergia de ganhos de competitividade para a região como um todo, sob um custo muito menor que o deslocamento de profissionais de outras partes do país”, conclui. 


Uma luz no fim do túnel


Uma pesquisa realizada pelo CENNE no primeiro semestre deste ano revelou que 75% das empresas de transformação aplicam algum tipo de treinamento em sua equipe. Pelo menos metade delas respondeu que isso acontece mais de cinco vezes por ano. Apenas 5%, no entanto, disseram que também oferecem oportunidades de capacitação para a área administrativa. A pesquisa foi realizada com 96 empresas do setor de transformação de plástico e borracha do estado de São Paulo.


Os cursos à distância ou in company são uma alternativa para as empresas que querem capacitar sua mão de obra, inclusive para aquelas que estão em áreas mais distantes. “Os profissionais que ministram os treinamentos são mestres e doutores nas áreas de gestão empresarial e possuem grande experiência na indústria de transformação de plástico e borracha e na área de projetos de moldes”, explica Reis sobre os cursos oferecidos pelo CENNE . 


Ainda de acordo com ele, os cursos devem ser personalizados e desenvolvidos sobre os diversos assuntos de interesse da empresa. Um levantamento deve ser realizado com o objetivo de definir quais são as reais necessidades dela e a partir disso definir o conteúdo e a carga horária necessária para a capacitação. 


Uma opção mais barata e que tem se tornado cada vez mais comum no Brasil são os cursos online. Além de serem uma opção mais viável financeiramente, é acessível para qualquer lugar que tenha um computador com acesso à internet. 


“A competitividade ferrenha faz com que a briga por consumidores seja mais e mais feroz. Por isso, as chances de sucesso de uma empresa ficam mais atreladas à sua capacidade de desenvolver produtos e processos diferenciados da concorrência. Isto implica em inovação e a busca constante de melhorias internas. Para os dois casos, os resultados são obtidos com pessoas mais qualificadas”, conclui Reis. 




Fonte: Redação TN
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