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Rio Oil & Gas 2012

"Profissional do Futuro" orienta e incentiva estudantes

19/09/2012 | 10h14
"Profissional do Futuro" orienta e incentiva estudantes
André Abreu/ TN Petróleo André Abreu/ TN Petróleo

Há dois anos, Victor Alves, membro do Comitê Jovem do IBP, participou do "Profissional do Futuro" como ouvinte. Nesta sexta edição, ele voltou como palestrante, apresentou as formas de atuação no setor de petróleo e gás e deu um conselho: as oportunidades de trabalho existem e deve-se estar preparado para agarrá-las. "Considero que o bom profissional deve agregar três características essenciais: foco, inglês e networking", afirmou o tecnólogo.



No segundo dia de palestras, Victor se  juntou a Renata Ribeiro (IBP), Alfredo Laufer (Centro de Empreendedorismo Universitário - CEU),  Francisco Ebeling (IBP) e Marcelo Simas (Petrobras/Cenpes). Renata e Alfredo fizeram apresentações institucionais à plateia formada, majoritariamente, por estudantes de Engenharia, e abordaram a cadeia produtiva de petróleo e gás, as perspectivas do mercado de trabalho e a importância de aprimoramento constante. Renata destacou os cursos oferecidos pelo IBP tanto para alunos como para professores, que depois podem atuar como multiplicadores de conhecimento.



Um grupo de 15 alunos do curso Engenharia de Petróleo da Universidade Federal do Amazonas ouviu atentamente as apresentações. "Ao analisar a programação da Rio Oil & Gas e ver que havia esse espaço dedicado a estudantes, decidimos participar. As informações que temos dos palestrantes e as que adquirimos nos estandes é muito importante para nossa formação", afirmou o estudante do terceiro período João Gabriel Tomaz. Aluna do quinto período, Amanda Albuquerque ficou impressionada com o simulador de perfuração visto na feira. "É muito diferente aprender na teoria como as coisas funcionam e vê-las efetivamente em atividade. Está sendo uma ótima experiência", contou.



O consultor do CEU ressaltou que os novos profissionais devem manter o foco no conteúdo tecnológico nacional e também investir em mudanças de cultura, para que eventos como a Rio Oil&Gas sejam bem aproveitados. "Vocês não podem encarar esses dias como turismo. A vinda à feira tem que ser planejada, para que seja um momento de aprendizado", orientou Alfredo.



Francisco Ebeling fez um histórico da geopolítica do petróleo, explicando como, ao longo dos anos, o produto foi se firmando como a principal matriz energética mundial. Ele também explicou de que forma países como Estados Unidos, Rússia, China e Brasil se movimentaram neste cenário e empresas se firmaram nos mercados internacionais. "O Brasil tem um papel cada vez mais assertivo, mas sem o caráter militar. O país pode vir a utilizar o petróleo na negociação comercial de outros produtos", afirmou o analista do IBP.

 

O representante do Cenpes apresentou dados do crescimento da Petrobras e explicou como o centro funciona. "Nosso trabalho tem três eixos principais: agregação de valor e diversificação dos produtos; expansão dos limites; e sustentabilidade", disse Simas. Ele também destacou o Prêmio Petrobras de Tecnologia, que distribuirá entre R$ 10 mil e 20 mil para graduandos, mestrandos e doutorandos com trabalhos relevantes para o desenvolvimento tecnológico da Petrobras e da indústria do petróleo nacional.



Fonte: Redação TN
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