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Cenário

Produção não-Petrobras já chega a 200 mil barris de petróleo

22/07/2011 | 16h11
A produção brasileira de petróleo em áreas operadas por companhias estrangeiras atingiu hoje 200 mil barris de petróleo. O volume chamou a atenção de Magda Chambriard, diretora da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Desse total, 197 mil barris por dia foram produzidos pela Shell, Devon/BP e Sonangol Starfish. A maior produção foi no Parque das Conchas e em Bijupirá-Salema pela Chevron no campo de Frade e pela Statoil em Peregrino, todos na bacia de Campos. Outros 3,2 mil  barris foram produzidos por pequenos operadores em áreas maduras.
 

 “É um volume importante se lembrarmos que a primeira meta do Brasil era produzir 200 mil barris, que depois aumentou para 500 mil, 1 milhão, 1,5 milhão e, por último, a autossuficiência”, lembrou Magda. Com a atual produção dos estrangeiros, a primeira meta do país, hoje distante, foi atingida 13 anos depois da abertura do setor em 1997.

Hoje a produção brasileira de petróleo (sem o gás) é de 2,071 milhões segundo dados de maio da ANP. Somando-se o gás natural, o volume aumenta para 2,491 milhões. O número deve aumentar no boletim de junho por causa da conexão de mais poços de Peregrino. Apesar do crescimento dos estrangeiros, a Petrobras ainda se mantém absoluta como maior produtora do país, com 2,3 milhões de barris em áreas operadas por ela, com ou sem parceiros.
 

Grande parte da produção de operadores estrangeiros hoje é resultado dos primeiros contratos assinados pela Petrobras com empresas privadas depois da regulamentação da Lei do Petróleo (Lei 9.478/97). Esses primeiros contratos, da chamada Rodada Zero da ANP, datam de 1998. A Petrobras firmou essas parcerias em áreas detidas por ela como formar de reter essas áreas. Na negociação inicial entre a estatal e o governo ela não conseguiu comprovar capacidade de investimento que permitisse reter todas as áreas que queria. São dessa época os contratos de Bijupirá-Salema, Frade e Manati (da Queiróz Galvão), só para citar alguns. 
 



Fonte: Valor Econômico
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