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Internacional

Produção na Líbia e na Nigéria pesam e petróleo sobe

27/03/2014 | 09h44

 

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quinta-feira (27)A produção na Líbia caiu para cerca de 150 mil barris de óleo por dia, ao menor nível desde o final de 2013. E na Nigéria, a Royal Dutch Shell declarou força maior sobre as exportações do terminal de Forcados, o que significa que não conseguirá cumprir as suas obrigações de fornecimento contratuais devido a circunstâncias além de seu controle.
Apesar do suporte aos contratos de petróleo, os ganhos ainda são tímidos. "Mesmo a ameaça de mais sanções contra a Rússia tem sido incapaz de tirar o brent de seu estado letárgico", afirmaram analistas do Commerzbank em uma nota a clientes.
Na quarta-feira, 26, os estoques de petróleo bruto nos EUA subiram 6,619 milhões de barris na semana encerrada em 21 de março, para 382,471 milhões de barris, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano. O resultado veio bem acima da previsão dos analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que era de alta de 2,8 milhões de barris.
Mas o mercado parece ter encontrado outra boa notícia no relatório, incluindo uma queda de 1,3 milhão de barris em ofertas no ponto de entrega norte-americano de Cushing, no Estado de Oklahoma, e uma surpreendentemente redução de 5,1 milhões de barris em estoques de gasolina.
Às 7h55 (de Brasília), o brent para maio subia 0,11%, a US$ 107,14 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres, enquanto na Nymex, o petróleo equivalente avançava 0,08%, a US$ 100,35 por barril., em meio a dificuldades de produção na Líbia e na Nigéria, contudo os avanços estão limitados.

Os contratos futuros de petróleo operam em alta na manhã desta quinta-feira (27). A produção na Líbia caiu para cerca de 150 mil barris de óleo por dia, ao menor nível desde o final de 2013. E na Nigéria, a Royal Dutch Shell declarou força maior sobre as exportações do terminal de Forcados, o que significa que não conseguirá cumprir as suas obrigações de fornecimento contratuais devido a circunstâncias além de seu controle.

Apesar do suporte aos contratos de petróleo, os ganhos ainda são tímidos. "Mesmo a ameaça de mais sanções contra a Rússia tem sido incapaz de tirar o brent de seu estado letárgico", afirmaram analistas do Commerzbank em uma nota a clientes.

Na quarta-feira, 26, os estoques de petróleo bruto nos EUA subiram 6,619 milhões de barris na semana encerrada em 21 de março, para 382,471 milhões de barris, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano. O resultado veio bem acima da previsão dos analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que era de alta de 2,8 milhões de barris.

Mas o mercado parece ter encontrado outra boa notícia no relatório, incluindo uma queda de 1,3 milhão de barris em ofertas no ponto de entrega norte-americano de Cushing, no Estado de Oklahoma, e uma surpreendentemente redução de 5,1 milhões de barris em estoques de gasolina.

Às 7h55 (de Brasília), o brent para maio subia 0,11%, a US$ 107,14 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres, enquanto na Nymex, o petróleo equivalente avançava 0,08%, a US$ 100,35 por barril., em meio a dificuldades de produção na Líbia e na Nigéria, contudo os avanços estão limitados.



Fonte: Redação, com agências
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