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Petroquímica

Produção de polipropileno crescerá 40%

10/11/2004 | 00h00

Investimentos de quase US$ 300 milhões vão expandir até 2007 a capacidade de produção brasileira de polipropileno - a resina com a maior taxa de crescimento. Os projetos planejados por Braskem e Polibrasil devem ampliar a oferta da resina em mais de 40%, atendendo toda a demanda projetada nos cenários otimista até 2008 ou conservador, em 2010.
O polipropileno é usado pelas indústrias para a fabricação de embalagens além de plásticos encontrados em eletrodomésticos e carros. De 1994 a 2003, o consumo desta resina cresceu 10% ao ano e bateu o aumento de polietileno (5,9% anuais) e de PVC (4,9%). No período, o PIB avançou 2,4%.
Na segunda-feira, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, confirmou a intenção da estatal em associar-se com a Braskem para produzir 300 mil toneladas anuais em Paulínia (SP). O investimento é estimado entre US$ 200 milhões e US$ 220 milhões.
"O objetivo é que o projeto esteja em operação em 2007 de modo a cobrir a demanda de mercado", disse o vice-presidente de relações institucionais da Braskem, Alexandrino Alencar.
A empresa já tinha concluído expansão em Triunfo (RS) - único local onde produz a resina - acrescentando mais 100 mil toneladas à sua capacidade. Com o projeto da Petrobras, a capacidade do grupo passará para 850 mil toneladas.
Embora contrariada pela decisão da estatal, a direção da Polibrasil, união entre Suzano e Basell, também tem planos para eliminar gargalos e aumentar sua capacidade de produção. Está previsto investimento para adicionar 100 mil toneladas as atuais 200 mil da unidade de Duque de Caxias (RJ).
O outro plano de expansão está previsto para Mauá (SP), onde a Polibrasil espera fazer, em duas etapas, o aumento da capacidade de 300 mil toneladas para 450 mil toneladas. A previsão é que tudo esteja concluído até 2006. Os projetos, que incluem uma fábrica de compostos de polipropileno em Pindamonhangaba (SP), somam investimentos de US$ 78 milhões. Concluídos, a Polibrasil poderá produzir até 875 mil toneladas por ano.
A Ipiranga Petroquímica, que possui capacidade para produzir 150 mil toneladas, não revela seus planos. Mas, de acordo com fontes do setor, a empresa estaria negociando uma possível expansão usando propeno da Refap (RS).



Fonte: Valor Econômico
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