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Riopol

Produção de polietilenos vai atrair transformadoras de plásticos

23/06/2005 | 00h00

A Rio Polímeros, empresa âncora do Pólo Gás-Químico do Rio de Janeiro, foi inaugurada nesta quinta-feira (23/06). A partir da instalação da Riopol, a expectativa é de que outras empresas da cadeia petroquímica, especialmente transformadoras de plásticos se instalem na região da Baixada Fluminense e multipliquem a geração de emprego e renda localmente, a viabilidade de futuros investimentos, tanto em novos negócios como em estruturas logísticas.
Segundo informou o secretário estadual de energia, indústria naval e do petróleo, Wagner Victer, no que se refere a atração de empresas, já existem oito transformadoras de plásticos em fase de instalação na região e outras 40 estão inscritas no programa estadual de incentivos fiscais para o setor.
No quesito logística, o diretor da Riopol, João Brandão, comentou que as empresas locais, o governo do estado e a prefeitura de Duque de Caxiais já estão formando uma parceria para a construção de uma nova estrada de 17 quilômetros até a rodoovia Washington Luiz, para melhorar o escoamento da produção de todo o Pólo.
A Rio Polímeros é o resultado do consórcio entre as empresas privadas Suzano Petroquímica (33,3%) e Unipar (33,3%), além das estatais Petroquisa (16,7%), subsidiária da Petrobras, e o BNDESpar (16,7%). O investimento para a construção das instalações da Riopol foi de US$ 1,08 bilhão. O projeto do pólo é considerado inovador no Brasil por utilizar frações de etano e propano provenientes do gás natural da Bacia de Campos como matéria-prima para a produção de polietileno, enquanto os já existentes na Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo utilizam a nafta, que é um produto derivado do petróleo e importado como base.
Durante seu discurso na cerimônia de inauguração, a governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus, lembrou que concedeu incentivos fiscais  para a compra de equipamentos durante a construção e que aplicará isenção de ICMS sobre o gás natural utilizado como matéria-prima. A governadora afirmou que a isenção fiscal sobre os equipamentos representou uma economia de cerca de US$ 100 milhões na fase de construção da Riopol e que a futura isenção sobre matéria prima podera chegar a US$ 300 milhões.
Antes, porém, na coletiva concedida á imprensa no dia anterior à inauguração, Brandão, explicou que não houve renúncia de ICMS, mas diferimento durante a obra, no período de seis anos. Segundo informou o diretor, o pagamento que não foi feito durante os seis anos, será iniciado a partir de 2007 e terminado em 2009. Brandão comentou, ainda, que a economia foi em torno de R$ 150 milhões no período.
Estiveram presentes na cerimônia de inauguração o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan; a governadora do rio, Rosinha Matheus, e diversos secretários estaduais;  o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis; o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra;  além dos presidentes e representantes das empresas acionistas da Riopol.
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Fonte: Redação
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