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Interacional

Produção de petróleo russa bate recorde dos últimos 25 anos

12/07/2013 | 10h35

 

De acordo com os dados da Administração Central de Despachos do Complexo de Combustível e Energia (CDU TEC), a produção de petróleo atingiu 10,53 milhões de barris por dia em junho passado. Trata-se do maior índice de produção dos últimos 25 anos. Em 1988, a BP registrava a produção diária de 11,07 milhões de barris. Em seguida a produção começou a cair, atingindo uma baixa histórica de 6,06 milhões de barris por ia, em 1996. No ano passado, esse indicador manteve-se em um patamar de 10,37 milhões de barris.
“Dois fatores ajudaram a alcançar o recorde”, destaca Andrei Gromadin, analista de petróleo e gás na JPMorgan. O primeiro  é o crescimento da produção no campo de petróleo de Vankor, da Rosneft. No ano passado, ele forneceu 18,3 milhões de toneladas. Neste ano, a Rosneft planeja levar a produção em Vankor até 25 milhões de toneladas.
O segundo fator, de acordo com Gromadin, é o aumento da produção de gás condensado da Gazprom. Em 2010, a produção era de 270 mil barris por dia; um ano depois chegou a 300 mil barris e, atualmente, é de 350 mil barris. “Os altos preços do petróleo contribuíram para o crescimento da produção. Em fevereiro, eles atingiram um pico de US$ 119 por barril, com valor médio para o semestre de US$ 108”, observa Arthur Akhmetov, analista da IFC “Sólid”.
Há muito tempo que a Rússia ultrapassou a Arábia Saudita em volume de produção de petróleo. A agência Bloomberg registrou, em junho, que lá foram produzidos 9,47 milhões de barris por dia. Andrei Polischuk, analista do Raiffeisenbank, aponta que a Arábia Saudita poderia facilmente aumentar a produção diária para 12,5 milhões de barris. Mas não faz isso para não derrubar as cotações do  petróleo.
Não é à toa que a Rosneft está aumentando ativamente a sua produção de petróleo, considera Polischuk. A empresa assinou alguns grandes contratos de longo prazo, para o fornecimento de matérias-primas. Desde julho, a Rosneft deve fornecer para a PKN Orlen 8,6 milhões de toneladas por ano, até 2016. E, a partir de 2014, 365 milhões de toneladas para a empresa chinesa CNPC, durante 25 anos.
Os representantes das empresas petrolíferas não se pronunciaram sobre a dinâmica da extração de petróleo na Rússia e suas perspectivas. “O assunto é muito delicado”, disse o colaborador de uma delas. Ele lembrou que as empresas petrolíferas declararam repetidamente que, para um trabalho produtivo do setor, é necessário um ambiente estável para os investimentos de longo prazo.
No entanto, em uma perspectiva de médio prazo cada empresa, individualmente, planeja registrar um crescimento, mesmo que pequeno. O presidente da Rosneft, Igor Setchin, disse após a compra da TNK-BP que a produção da empresa unificada totalizará 215 milhões de toneladas de petróleo. Em 2012, a empresa produziu 205 milhões de toneladas. Até 2017, a Rosneft pretende aumentar em cerca de duas vezes a produção do campo de Verkhnechonskoie e de outras áreas nos seus arredores, chegando até 15 milhões de toneladas de petróleo por ano.
No final de junho, o presidente da Lukoil, Vaguit Alekperov, declarou que a empresa espera um crescimento de 1% ao ano da produção a partir de 2013. O início mais próximo de exploração de grandes campos como Filanovskovo, no mar Cáspio, e Imilorskoe, em Khanti-Mansisk, está previsto para 2016.
Um representante da Gazprom Neft disse que, em 2013, a empresa planeja produzir 62 milhões de toneladas de equivalente de petróleo. E até 2025, esse indicador deverá subir para 100 milhões de toneladas. Recentemente, o diretor-executivo da Surgutneftegaz, Vladímir Bogdanov, disse que, nos próximos anos, a empresa vai produzir de 60 a 62 milhões de toneladas de petróleo por ano – em 2012 foram 61,4 milhões de toneladas.
Mas Gromadin está certo de que o recorde de junho é um pico e que não existem pré-requisitos para o crescimento em uma perspectiva de curto prazo. Akhmetov acha que a produção se manterá no marco de US $ 10,5 milhões de barris por dia até o final do ano. Polischuk, por sua vez, lembra que no esquema geral de desenvolvimento da indústria do petróleo na Rússia, a produção deve permanecer, até 2020, no nível das 505 milhões de toneladas por ano, contra os 518 milhões de toneladas em 2012. Ele destaca que 80% das reservas se encontram nos campos de petróleo que já estão sendo explorados. Já Akmetov acredita que até 2020, graças à exploração da plataforma continental e das reservas de petróleo de difícil extração, a produção diária irá aumentar para 10,8 a 11,0 milhões de barris.

De acordo com os dados da Administração Central de Despachos do Complexo de Combustível e Energia (CDU TEC), a produção de petróleo atingiu 10,53 milhões de barris por dia em junho passado. Trata-se do maior índice de produção dos últimos 25 anos. Em 1988, a BP registrava a produção diária de 11,07 milhões de barris. Em seguida a produção começou a cair, atingindo uma baixa histórica de 6,06 milhões de barris por ia, em 1996. No ano passado, esse indicador manteve-se em um patamar de 10,37 milhões de barris.

 

“Dois fatores ajudaram a alcançar o recorde”, destaca Andrei Gromadin, analista de petróleo e gás na JPMorgan. O primeiro  é o crescimento da produção no campo de petróleo de Vankor, da Rosneft. No ano passado, ele forneceu 18,3 milhões de toneladas. Neste ano, a Rosneft planeja levar a produção em Vankor até 25 milhões de toneladas.

 

O segundo fator, de acordo com Gromadin, é o aumento da produção de gás condensado da Gazprom. Em 2010, a produção era de 270 mil barris por dia; um ano depois chegou a 300 mil barris e, atualmente, é de 350 mil barris. “Os altos preços do petróleo contribuíram para o crescimento da produção. Em fevereiro, eles atingiram um pico de US$ 119 por barril, com valor médio para o semestre de US$ 108”, observa Arthur Akhmetov, analista da IFC “Sólid”.

 

Há muito tempo que a Rússia ultrapassou a Arábia Saudita em volume de produção de petróleo. A agência Bloomberg registrou, em junho, que lá foram produzidos 9,47 milhões de barris por dia. Andrei Polischuk, analista do Raiffeisenbank, aponta que a Arábia Saudita poderia facilmente aumentar a produção diária para 12,5 milhões de barris. Mas não faz isso para não derrubar as cotações do  petróleo.

 

Não é à toa que a Rosneft está aumentando ativamente a sua produção de petróleo, considera Polischuk. A empresa assinou alguns grandes contratos de longo prazo, para o fornecimento de matérias-primas. Desde julho, a Rosneft deve fornecer para a PKN Orlen 8,6 milhões de toneladas por ano, até 2016. E, a partir de 2014, 365 milhões de toneladas para a empresa chinesa CNPC, durante 25 anos.

 

Os representantes das empresas petrolíferas não se pronunciaram sobre a dinâmica da extração de petróleo na Rússia e suas perspectivas. “O assunto é muito delicado”, disse o colaborador de uma delas. Ele lembrou que as empresas petrolíferas declararam repetidamente que, para um trabalho produtivo do setor, é necessário um ambiente estável para os investimentos de longo prazo.

 

No entanto, em uma perspectiva de médio prazo cada empresa, individualmente, planeja registrar um crescimento, mesmo que pequeno. O presidente da Rosneft, Igor Setchin, disse após a compra da TNK-BP que a produção da empresa unificada totalizará 215 milhões de toneladas de petróleo. Em 2012, a empresa produziu 205 milhões de toneladas. Até 2017, a Rosneft pretende aumentar em cerca de duas vezes a produção do campo de Verkhnechonskoie e de outras áreas nos seus arredores, chegando até 15 milhões de toneladas de petróleo por ano.

 

No final de junho, o presidente da Lukoil, Vaguit Alekperov, declarou que a empresa espera um crescimento de 1% ao ano da produção a partir de 2013. O início mais próximo de exploração de grandes campos como Filanovskovo, no mar Cáspio, e Imilorskoe, em Khanti-Mansisk, está previsto para 2016.

 

Um representante da Gazprom Neft disse que, em 2013, a empresa planeja produzir 62 milhões de toneladas de equivalente de petróleo. E até 2025, esse indicador deverá subir para 100 milhões de toneladas. Recentemente, o diretor-executivo da Surgutneftegaz, Vladímir Bogdanov, disse que, nos próximos anos, a empresa vai produzir de 60 a 62 milhões de toneladas de petróleo por ano – em 2012 foram 61,4 milhões de toneladas.

 

Mas Gromadin está certo de que o recorde de junho é um pico e que não existem pré-requisitos para o crescimento em uma perspectiva de curto prazo. Akhmetov acha que a produção se manterá no marco de US $ 10,5 milhões de barris por dia até o final do ano. Polischuk, por sua vez, lembra que no esquema geral de desenvolvimento da indústria do petróleo na Rússia, a produção deve permanecer, até 2020, no nível das 505 milhões de toneladas por ano, contra os 518 milhões de toneladas em 2012. Ele destaca que 80% das reservas se encontram nos campos de petróleo que já estão sendo explorados. Já Akmetov acredita que até 2020, graças à exploração da plataforma continental e das reservas de petróleo de difícil extração, a produção diária irá aumentar para 10,8 a 11,0 milhões de barris.

 



Fonte: Vedomosti
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