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Energia Solar

Produção de energia solar no Nordeste é destaque em Congresso da Aneel na Bahia

19/08/2015 | 10h22

A geração de energia elétrica, por meio da tecnologia solar fotovoltaica (que converte a luz solar em eletricidade), foi um dos temas de interesse do VIII Citenel e do IV Seenel, que acontece até esta quarta-feira (19), em Costa do Sauipe, numa realização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O evento, que tem como anfitrião a COELBA, empresa do grupo Neoenergia, e atrai desde segunda-feira (17), a atenção de 700 especialistas nacionais e internacionais. Eles estão debatendo, entre outros temas, alternativas de fontes energéticas renováveis, especialmente solar e eólica, suas aplicações com o poder público, consumidores industriais, comerciais e residenciais.

As propostas se destinam a diversos estados brasileiros, mas é na região Nordeste que elas apresentam maior potencial de desenvolvimento, em função das condições climáticas favoráveis. “Trata-se de uma evolução tecnológica, que tem tudo para deslanchar nos próximos anos no Brasil, no Nordeste e especialmente na Bahia”, comentou Rodrigo Sauaia, diretor-executivo da Absolar, a  associação que representa o setor fotovoltaico brasileiro.  
Em 2014, o governo federal realizou o primeiro o primeiro leilão nacional de energia solar fotovoltaica, que contratou 1.048 MW em 31 projetos com investimentos totais estimados em R$ 5 bilhões. Ainda este ano, estão previstos mais dois leilões com o mesmo propósito. Até o momento, a Bahia é o segundo estado brasileiro com o maior número de propostas inscritas.
Quem compra a energia solar no Brasil?
Os projetos contratados por meio dos leilões do governo federal geram energia para o ambiente de contratação regulada. Ou seja, essa energia é comprada pelas distribuidoras e utilizada pela população brasileira. Parte dos projetos contratados em 2014, utiliza tecnologias de rastreamento solar – equipamentos capazes de acompanhar o movimento do sol no horizonte e que aumentam  a produtividade e a competitividade da usina movida a energia solar.
Numa das sessões técnicas de ontem do Citenel sobre fontes alternativas de geração de energia elétrica, pesquisadores da Petrobras apresentaram uma avaliação do desempenho de um dos sistemas que a empresa vem desenvolvendo na região Nordeste, no Rio Grande do Norte.
O trabalho apresentado faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Energia Elétrica da Petrobras junto à ANEEL, intitulado Energia Fotovoltaica Concentrada. A pesquisa avalia o desempenho de um sistema de conversão fotovoltaica, utilizando tecnologia de concentração e rastreamento. O objetivo é aumentar a quantidade de energia elétrica gerada, a partir da irradiação solar captada pelos dispositivos. Os estudos desenvolvidos no âmbito do projeto fornecem insumos para o conhecimento adequado sobre o funcionamento dessa tecnologia, especialmente, em regiões tropicais como o Nordeste.
Mais informações sobre o trabalho, nos anais do VIII Citenel e IV Seenel, no artigo Avaliação do Desempenho de um Sistema Fotovoltaico de Alta Concentração no Nordeste Brasileiro.
A experiência baiana
Outro sistema de geração de energia fotovoltaica bem-sucedido é o do Programa de Eficiência Energética da Coelba, da usina solar do Estádio de Pituaçu, que este completa três anos. Desde que foi inaugurada, a usina de geração solar do estádio gerou mais de 1,7 GWh, energia capaz de abastecer cerca de 17 mil residências baianas em um mês. Primeiro da América Latina a utilizar o sistema de energia solar, sua produção garante a cobertura total de energia do estádio e ainda atende, com a geração excedente, parte do consumo do prédio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), no Centro Administrativo da Bahia.

A geração de energia elétrica, por meio da tecnologia solar fotovoltaica (que converte a luz solar em eletricidade), foi um dos temas de interesse do VIII Citenel e do IV Seenel, que acontece até esta quarta-feira (19), em Costa do Sauipe, numa realização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O evento, que tem como anfitrião a COELBA, empresa do grupo Neoenergia, e atrai desde segunda-feira (17), a atenção de 700 especialistas nacionais e internacionais. Eles estão debatendo, entre outros temas, alternativas de fontes energéticas renováveis, especialmente solar e eólica, suas aplicações com o poder público, consumidores industriais, comerciais e residenciais.

As propostas se destinam a diversos estados brasileiros, mas é na região Nordeste que elas apresentam maior potencial de desenvolvimento, em função das condições climáticas favoráveis. “Trata-se de uma evolução tecnológica, que tem tudo para deslanchar nos próximos anos no Brasil, no Nordeste e especialmente na Bahia”, comentou Rodrigo Sauaia, diretor-executivo da Absolar, a  associação que representa o setor fotovoltaico brasileiro.  

Em 2014, o governo federal realizou o primeiro o primeiro leilão nacional de energia solar fotovoltaica, que contratou 1.048 MW em 31 projetos com investimentos totais estimados em R$ 5 bilhões. Ainda este ano, estão previstos mais dois leilões com o mesmo propósito. Até o momento, a Bahia é o segundo estado brasileiro com o maior número de propostas inscritas.

Quem compra a energia solar no Brasil?

 Os projetos contratados por meio dos leilões do governo federal geram energia para o ambiente de contratação regulada. Ou seja, essa energia é comprada pelas distribuidoras e utilizada pela população brasileira. Parte dos projetos contratados em 2014, utiliza tecnologias de rastreamento solar – equipamentos capazes de acompanhar o movimento do sol no horizonte e que aumentam  a produtividade e a competitividade da usina movida a energia solar.

Numa das sessões técnicas de ontem do Citenel sobre fontes alternativas de geração de energia elétrica, pesquisadores da Petrobras apresentaram uma avaliação do desempenho de um dos sistemas que a empresa vem desenvolvendo na região Nordeste, no Rio Grande do Norte.

O trabalho apresentado faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Energia Elétrica da Petrobras junto à ANEEL, intitulado Energia Fotovoltaica Concentrada. A pesquisa avalia o desempenho de um sistema de conversão fotovoltaica, utilizando tecnologia de concentração e rastreamento. O objetivo é aumentar a quantidade de energia elétrica gerada, a partir da irradiação solar captada pelos dispositivos. Os estudos desenvolvidos no âmbito do projeto fornecem insumos para o conhecimento adequado sobre o funcionamento dessa tecnologia, especialmente, em regiões tropicais como o Nordeste.

Mais informações sobre o trabalho, nos anais do VIII Citenel e IV Seenel, no artigo Avaliação do Desempenho de um Sistema Fotovoltaico de Alta Concentração no Nordeste Brasileiro.

A experiência baiana
Outro sistema de geração de energia fotovoltaica bem-sucedido é o do Programa de Eficiência Energética da Coelba, da usina solar do Estádio de Pituaçu, que este completa três anos. Desde que foi inaugurada, a usina de geração solar do estádio gerou mais de 1,7 GWh, energia capaz de abastecer cerca de 17 mil residências baianas em um mês. Primeiro da América Latina a utilizar o sistema de energia solar, sua produção garante a cobertura total de energia do estádio e ainda atende, com a geração excedente, parte do consumo do prédio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), no Centro Administrativo da Bahia.

 



Fonte: Redação/ Assessoria
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