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Indústria

Produção de aço bruto deve alcançar 34,5 milhões de toneladas em 2013

20/08/2013 | 14h25

 

O Instituto Aço Brasil (IABr) divulgou hoje (20) uma revisão para baixo nas suas previsões do cenário da indústria do aço no Brasil para este ano. A instituição prevê que a produção de aço bruto no país deve chegar a 34,5 milhões de toneladas, uma redução em relação aos números anteriores, que eram de uma produção na casa dos 36,5 milhões de toneladas. 
 
Assim como a produção, o consumo aparente, resultado da soma das vendas internas com a importação por distribuidoras e consumidores, também foi revisado para baixo, com volume de 25,9 milhões de toneladas. Já a importação e a exportação de aço devem ficar com uma queda em torno de 13% este ano. 
 
 
Mesmo assim, o setor de aço tem uma sobra da capacidade em relação a demanda de 69%, o que é um bom número em relação a outros países. "Não há setor da indústria brasileira que tenha essa sobra de capacidade", afirmou Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil. 
 
 
Segundo ele, o país vem sofrendo uma perda de competitividade da indústria de transformação, por vários motivos, mas principalmente com relação ao volume excedente de aço no mercado internacional, de 580 milhões de toneladas, da agressiva participação chinesa no mercado e também dos altos impostos no mercado siderúrgico. 
 
 
Com um mercado interno andando de lado, Marco Polo de Mello acha fundamental ações que aumentem o consumo de materiais feitos no Brasil. "O conteúdo nacional é fundamental para o crescimento do setor de aço", afirmou. As perspectivas do Instituto Aço Brasil é de que o consumo aparente apresente uma alta de 3,8% em 2014, alcançando o patamar de 27 milhões de toneladas. 

O Instituto Aço Brasil (IABr) divulgou hoje (20) uma revisão para baixo nas suas previsões do cenário da indústria do aço no Brasil para este ano. A instituição prevê que a produção de aço bruto no país deve chegar a 34,5 milhões de toneladas, uma redução em relação aos números anteriores, que eram de uma produção na casa dos 36,5 milhões de toneladas.  


Assim como a produção, o consumo aparente, resultado da soma das vendas internas com a importação por distribuidoras e consumidores, também foi revisado para baixo, com volume de 25,9 milhões de toneladas. Já a importação e a exportação de aço devem ficar com uma queda em torno de 13% este ano. Mesmo assim, o setor de aço tem uma sobra da capacidade em relação a demanda de 69%, o que é um bom número em relação a outros países. "Não há setor da indústria brasileira que tenha essa sobra de capacidade", afirmou Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil.   

 

Segundo ele, o país vem sofrendo uma perda de competitividade da indústria de transformação, por vários motivos, mas principalmente com relação ao volume excedente de aço no mercado internacional, de 580 milhões de toneladas, da agressiva participação chinesa no mercado e também dos altos impostos no mercado siderúrgico.   

 

Com um mercado interno andando de lado, Marco Polo de Mello acha fundamental ações que aumentem o consumo de materiais feitos no Brasil. "O conteúdo nacional é fundamental para o crescimento do setor de aço", afirmou. As perspectivas do Instituto Aço Brasil é de que o consumo aparente apresente uma alta de 3,8% em 2014, alcançando o patamar de 27 milhões de toneladas. 



Fonte: Redação TN Petróleo/ Rodrigo Miguez
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