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Petróleo e Gás

Produção da Petrobras vai cair em 2013

03/10/2013 | 12h11

 

Apesar de importante no atual momento da Petrobras, a alta na produção da empresa, em agosto, é pontual e não representa uma virada na tendência da estatal, avaliam analistas de bancos de investimentos. Eles dizem esperar que o crescimento do volume virá mesmo em 2014.
A meta da companhia é atingir média de 1,98 milhão de barris de óleo equivalente produzidos por dia. Nas contas do Credit Suisse, o avanço teria de ser de 4,8% em setembro, ante agosto, e de 7,6% no quarto trimestre para que esse nível seja alcançado.
Já o Bradesco BBI faz outro cálculo: com uma média de crescimento de 4,1% ao mês até dezembro, a Petrobras conseguiria, ao menos, registrar estabilidade no nível de petróleo deste ano. A tarefa, porém, é difícil, dado que houve queda da produção, na média, em 2013 até agosto, de 0,7%. O Itaú BBA estima em 3% o crescimento mais provável no período.
Um analista especializado no setor de petróleo afirmou que, apesar de a produção doméstica ter aumentado 1,1% em agosto, em relação a julho, a produção total (do Brasil e internacional) avançou apenas 0,3%, na mesma comparação. "Não adianta produzir muito no Brasil, e diminuir a produção no resto do mundo".
Segundo ele, esse cenário externo deve piorar, pois a área internacional deixou de ser prioridade para a Petrobras, que voltou a focar o programa de desinvestimentos em ativos internacionais. "A tendência é produzir cada vez menos no exterior", completou.
O analista também aposta que, apesar de uma elevação prevista para o quarto trimestre, não haverá tempo e volumes suficientes para alcançar a meta da companhia em 2013. Ele estima que a produção deve fechar 2% abaixo dos 1,98 milhão de barris.
A retomada do volume de petróleo produzido é esperada pelo mercado para a partir do fim deste ano. A Ativa Corretora lembra que novos sistemas - P-63 e P-55 - entraram e operação e provavelmente vão impulsionar o nível de extração da commodity.
O Bradesco BBI projeta incremento de 5% na produção da Petrobras em 2014, enquanto o Credit espera alta de 7% - se a estatal conseguir chegar ao patamar 2,15 milhões de barris por dia até dezembro. Mas Credit, J.P. Morgan e Planner acreditam que a reação é de neutra a positiva.
Ontem, as ações ordinárias da estatal fecharam em queda de 0,35% na BM&FBovespa, cotadas a R$ 17,28, enquanto os papéis preferenciais tiveram valorização de 0,59%, para R$ 18,78. O Ibovespa teve queda de 0,15%, para 53.100 pontos.
O Itaú BBA lembra que outra questão é mais importante para os investidores: se os preços dos combustíveis serão reajustados ou não.

Apesar de importante no atual momento da Petrobras, a alta na produção da empresa, em agosto, é pontual e não representa uma virada na tendência da estatal, avaliam analistas de bancos de investimentos. Eles dizem esperar que o crescimento do volume virá mesmo em 2014.

A meta da companhia é atingir média de 1,98 milhão de barris de óleo equivalente produzidos por dia. Nas contas do Credit Suisse, o avanço teria de ser de 4,8% em setembro, ante agosto, e de 7,6% no quarto trimestre para que esse nível seja alcançado.

Já o Bradesco BBI faz outro cálculo: com uma média de crescimento de 4,1% ao mês até dezembro, a Petrobras conseguiria, ao menos, registrar estabilidade no nível de petróleo deste ano. A tarefa, porém, é difícil, dado que houve queda da produção, na média, em 2013 até agosto, de 0,7%. O Itaú BBA estima em 3% o crescimento mais provável no período.

Um analista especializado no setor de petróleo afirmou que, apesar de a produção doméstica ter aumentado 1,1% em agosto, em relação a julho, a produção total (do Brasil e internacional) avançou apenas 0,3%, na mesma comparação. "Não adianta produzir muito no Brasil, e diminuir a produção no resto do mundo".

Segundo ele, esse cenário externo deve piorar, pois a área internacional deixou de ser prioridade para a Petrobras, que voltou a focar o programa de desinvestimentos em ativos internacionais. "A tendência é produzir cada vez menos no exterior", completou.

O analista também aposta que, apesar de uma elevação prevista para o quarto trimestre, não haverá tempo e volumes suficientes para alcançar a meta da companhia em 2013. Ele estima que a produção deve fechar 2% abaixo dos 1,98 milhão de barris.

A retomada do volume de petróleo produzido é esperada pelo mercado para a partir do fim deste ano. A Ativa Corretora lembra que novos sistemas - P-63 e P-55 - entraram em operação e provavelmente vão impulsionar o nível de extração da commodity.

O Bradesco BBI projeta incremento de 5% na produção da Petrobras em 2014, enquanto o Credit espera alta de 7% - se a estatal conseguir chegar ao patamar 2,15 milhões de barris por dia até dezembro. Mas Credit, J.P. Morgan e Planner acreditam que a reação é de neutra a positiva.

Ontem, as ações ordinárias da estatal fecharam em queda de 0,35% na BM&FBovespa, cotadas a R$ 17,28, enquanto os papéis preferenciais tiveram valorização de 0,59%, para R$ 18,78. O Ibovespa teve queda de 0,15%, para 53.100 pontos.

O Itaú BBA lembra que outra questão é mais importante para os investidores: se os preços dos combustíveis serão reajustados ou não.

 



Fonte: Valor Econômico
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