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2º ENAGÁS

Produção crescente de gás vai garantir aumento de GLP no país

18/08/2011 | 17h41

Os altos investimentos da Petrobras em exploração e produção (E&P), em especial nas refinarias, no Comperj e no pré-sal, vão aumentar significativamente a produção de gás, o que garantirá uma maior oferta do GLP no país. A estimativa foi feita hoje, em Brasília, pelo gerente geral de produções especiais da Petrobras, Carlos Roberto Martins Barbosa, durante o 2º Enagás.

 

Segundo o executivo os investimentos da estatal vão ajudar a corrigir alguns desequilíbrios e trazer boas perspectivas para o setor de GLP. Barbosa indicou que com o crescimento da produção de petróleo o país ficará menos dependente de importações e deve estar daqui há uns 3 ou 5 anos, no máximo, equilibrados em relação ao GLP. "Não vamos mais ser dependentes dele", apontou entusiasmado.

 

"Há muitos anos o setor não vê investimentos tão fortes, tanto na parte de downstream, que vai aumentar a oferta notamente no Nordeste, quanto na parte de upstream, com as novas produções", disse.

 

Barbosa explica que a produção de GLP da companhia é basicamente de duas fontes: oriundo das refinarias, onde processa-se o petróleo e tira-se o GLP; e dos poços de petróleo que produzem petróleo e gás associado que vão para as Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN), que também produz GLP.

 

"Temos duas grandes frentes de oferta de produto no curto, médio e longo prazo: a Refinaria Abreu e Lima (RNEST) e as refinarias Premium (no Ceará e no Maranhão), que vão produzir GLP e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que no primeiro momento vai produzir muito GLP. Além disso, nós temos as novas produções do pré-sal que também farão com que tenhamos que implantar UPGNs", aponta.

 

De acordo com ele, tudo isso trará uma maior oferta de produto ao país, reduzindo os desequilíbrios regionais do produto onde o Nordeste é carente e o Sudeste tem a maior produção.

 

"O potencial de crescimento de GLP é muito grande porque em determinadas situações ele é mais barato que o diesel, sem contar as vantagens ambientais. Ao contrário do que muitos pensam, temos um potencial enorme para o GLP no país. Vamos ter produção, menos custos, mais confiabilidade porque vamos depender menos de importações", finalizou o gerente da Petrobras.



Fonte: Redação
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