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ONU

Prioridade é geração, e não etanol

03/09/2008 | 04h32

A agenda brasileira relativa à bioenergia deveria dar mais ênfase ao aumento da oferta de energia elétrica que à produção de etanol, disse ontem o consultor da ONU para Bioenergia, Luiz Horta Nogueira, durante evento que comemora os 40 anos da revista Veja. Em debate sobre sustentabilidade ambiental do qual também participaram o ministro do Meio Ambiente, Celso Minc, e o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), Horta afirmou que a energia gerada pela cana é importante para equilibrar o precário balanço entre oferta e demanda do insumo no Brasil nos próximos anos.

 

"O álcool é um sucesso porque abastece metade da frota brasileira de veículos", afirmou, ponderando que mais incentivos devem ser dados à energia a partir do bagaço de cana. "O Brasil reúne todas as condições para dar um passo adiante na oferta de energia. Dificilmente países fora da zona tropical conseguirão produzir matéria-prima energética tão barata", afirmou, referindo-se também ao álcool combustível a partir de cana.

 

Para o consultor , o Brasil está à frente de outros países no que se refere à tecnologia de produção de etanol, mas tem o desafio de continuar a inovar . "Há condições de o álcool brasileiro substituir 10% da gasolina do mundo com uma área plantada equivalente à da soja, cerca de 20 milhões de hectares. Hoje, cerca de 7 milhões de hectares são destinados à cana, metade vai para a produção de álcool". Minc, por sua vez, considerou os biocombustíveis "as grandes fronteiras para o País".

 

Quanto ao biodiesel, que hoje é misturado na proporção de 3% ao derivado de petróleo, Horta afirmou que o País ainda tem um longo caminho a percorrer.



Fonte: Jornal do Commercio
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