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Siderurgia

Prévias indicam resultados melhores no 4º tri

13/02/2014 | 14h59

 

As siderúrgicas brasileiras devem apresentar uma melhora em seus resultados do último trimestre de 2013. Assim como já aconteceu em meses anteriores, principalmente CSN e Usiminas terão seus números impulsionados por resultados sólidos no negócio de mineração, o que ajudará a compensar volumes fracos na área de aço.
Em média, bancos consultados pelo 'Valor' estimam um aumento de 3% nas receitas da Usiminas, para R$ 3,2 bilhões. A siderúrgica mineira será a primeira a divulgar seu balanço, sexta-feira, antes da abertura do mercado. Para o lucro líquido, estimam um resultado de R$ 37 milhões, após prejuízo de R$ 324 milhões um ano antes.
O número projetado para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) é R$ 526 milhões, o dobro do obtido no quarto trimestre de 2012. Foram considerados nas contas os números de J.P. Morgan, Santander e Citi.
A expectativa do Santander é de queda de 12% nas vendas de aço da Usiminas nos últimos três meses de 2013, ante igual período de 2012. Mas, segundo os analistas, a redução foi parcialmente compensada por reajustes de preços feitos no terceiro trimestre.
No negócio de minério de ferro, os analistas estimam uma venda de 2 milhões de toneladas (alta de 14% em um ano), o que deverá ser o principal destaque positivo da companhia. O volume maior, associado a preço mais alto da commodity e a um dólar mais forte, ajudou a puxar os resultados da companhia no quarto trimestre, diz o J.P. Morgan.
Para a Gerdau, que divulga seus números em 21 de fevereiro, projeta-se também elevação da receita, do Ebitda e lucro líquido. Para receita a previsão é de 16% (R$ 10,6 bilhões), enquanto para o Ebitda o crescimento é de 42%, para R$ 1,2 bilhão. O lucro deve mais do que dobrar, de R$ 143 milhões há um ano, para perto de R$ 430 milhões.
O J.P. Morgan estima queda de 8% dos volumes dos negócios de aço da companhia no país, com as exportações prejudicadas por chuvas. Nas operações americanas, dizem que apesar de volumes reduzidos, esperam um trimestre de resultados puxados por preços e spreads levemente mais altos.
Na divisão de aços especiais, a expectativa é de um mix de vendas fraco, como sazonalmente ocorre em fins de ano. O Santander estima uma diminuição de receita no segmento no Brasil, que pode ser em parte compensada pelo aumento de volumes na Espanha e Índia.
Assim como é o caso da Usiminas, eles destacam como principais pontos positivos a receita de minério de ferro e comentam que a Gerdau pode chegar a um milhão de toneladas por trimestre em 2014, bem acima das 200 mil anteriormente.
Para a CSN, as projeções indicam leve queda de 3% na receita líquida, que deve ficar em torno de R$ 4,4 bilhões. Para o Ebitda, estimam alta de 8%, para R$ 1,2 bilhão. Na última linha, a companhia deverá mostrar uma melhora significativa, alcançando lucro de R$ 284 milhões, de um resultado magro de R$ 28 milhões no último trimestre de 2012. O J.P. Morgan prevê que a CSN terá seus resultados impulsionados por aumento de 16% nas exportações de minério de ferro via porto de Sepetiba (RJ), o que garantirá Ebitda forte no negócio de mineração.

As siderúrgicas brasileiras devem apresentar uma melhora em seus resultados do último trimestre de 2013. Assim como já aconteceu em meses anteriores, principalmente CSN e Usiminas terão seus números impulsionados por resultados sólidos no negócio de mineração, o que ajudará a compensar volumes fracos na área de aço.

Em média, bancos consultados pelo 'Valor' estimam um aumento de 3% nas receitas da Usiminas, para R$ 3,2 bilhões. A siderúrgica mineira será a primeira a divulgar seu balanço, sexta-feira, antes da abertura do mercado. Para o lucro líquido, estimam um resultado de R$ 37 milhões, após prejuízo de R$ 324 milhões um ano antes.

O número projetado para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) é R$ 526 milhões, o dobro do obtido no quarto trimestre de 2012. Foram considerados nas contas os números de J.P. Morgan, Santander e Citi.

A expectativa do Santander é de queda de 12% nas vendas de aço da Usiminas nos últimos três meses de 2013, ante igual período de 2012. Mas, segundo os analistas, a redução foi parcialmente compensada por reajustes de preços feitos no terceiro trimestre.

No negócio de minério de ferro, os analistas estimam uma venda de 2 milhões de toneladas (alta de 14% em um ano), o que deverá ser o principal destaque positivo da companhia. O volume maior, associado a preço mais alto da commodity e a um dólar mais forte, ajudou a puxar os resultados da companhia no quarto trimestre, diz o J.P. Morgan.

Para a Gerdau, que divulga seus números em 21 de fevereiro, projeta-se também elevação da receita, do Ebitda e lucro líquido. Para receita a previsão é de 16% (R$ 10,6 bilhões), enquanto para o Ebitda o crescimento é de 42%, para R$ 1,2 bilhão. O lucro deve mais do que dobrar, de R$ 143 milhões há um ano, para perto de R$ 430 milhões.

O J.P. Morgan estima queda de 8% dos volumes dos negócios de aço da companhia no país, com as exportações prejudicadas por chuvas. Nas operações americanas, dizem que apesar de volumes reduzidos, esperam um trimestre de resultados puxados por preços e spreads levemente mais altos.

Na divisão de aços especiais, a expectativa é de um mix de vendas fraco, como sazonalmente ocorre em fins de ano. O Santander estima uma diminuição de receita no segmento no Brasil, que pode ser em parte compensada pelo aumento de volumes na Espanha e Índia.

Assim como é o caso da Usiminas, eles destacam como principais pontos positivos a receita de minério de ferro e comentam que a Gerdau pode chegar a um milhão de toneladas por trimestre em 2014, bem acima das 200 mil anteriormente.

Para a CSN, as projeções indicam leve queda de 3% na receita líquida, que deve ficar em torno de R$ 4,4 bilhões. Para o Ebitda, estimam alta de 8%, para R$ 1,2 bilhão. Na última linha, a companhia deverá mostrar uma melhora significativa, alcançando lucro de R$ 284 milhões, de um resultado magro de R$ 28 milhões no último trimestre de 2012. O J.P. Morgan prevê que a CSN terá seus resultados impulsionados por aumento de 16% nas exportações de minério de ferro via porto de Sepetiba (RJ), o que garantirá Ebitda forte no negócio de mineração.

 



Fonte: Valor Econômico
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