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Produtos e Serviços

Prevendo investimentos externos de US$ 200 bi, Wolfe Associates lança 'diagnóstico a jato' de Compliance

18/10/2016 | 15h19

De olho em um mercado milionário, alimentado por previsões de investimentos externos de até US$ 200 bilhões nos próximos anos no Brasil, a consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates lança este mês um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa. Focada em empresas de médio e grande portes, a consultoria passa a oferecer um serviço de diagnóstico rápido - e gratuito - de mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

A previsão do grupo é que o processo, em média, dure apenas um dia - e forneça às empresas um cenário de áreas que oferecem riscos em termos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta corporativa, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu meio ambiente administrativo.

"Furos na gestão de compliance são inevitáveis dada a atual alta complexidade das empresas", diz o advogado internacional Barry Wolfe, veterano profissional do mercado que já foi chamado de "Sherlock do setor financeiro" pelos esquemas criminosos que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic. "O que estamos propondo é um segundo olhar, externo, para as companhias que já têm área de governança - e, para as muitas que não a tem, um mapa da mina para a criação de uma estrutura de compliance.”

Um dos pontos em que a estratégia da Wolfe Associates se baseia é a necessidade de compliance estruturado em empresas que querem disputar parte dos investimentos que começam a vir do Exterior. "No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros", explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo "flash diagnostic" é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

Mais informações em www.wolfe.com.br

Sobre Barry Wolfe

Barry Wolfe é advogado internacional e Solicitor da Suprema Corte de Inglaterra e País de Gales. Formado pela Edinburgh University, pós-graduado em Direito Econômico pela Yale Law School e mestre em Direito Internacional por Cambridge, é Managing Partner da Wolfe Associates Anti-Corruption Advisers (www.wolfe.com.br), boutique especializada em investigações de crimes de colarinho branco, políticas de Compliance 2.0 e gestão de crises.

 

 



Fonte: Redação/Assessoria
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