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Justiça

Preso no Rio, ex-diretor da Petrobras segue hoje para Curitiba

12/06/2014 | 10h21

 

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deve seguir hoje (12) para Curitiba, depois de passar a noite na carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ele foi preso ontem (11), por determinação do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Costa foi preso à tarde, em casa, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.
Costa foi solto no dia 19 de maio, mas foi preso novamente ontem após o Supremo Tribunal Federal (STF) validar as provas da Operação Lava Jato, da Polícia Federal  e determinar que as ações penais oriundas da investigação fossem devolvidas à Justiça Federal.
O advogado de Paulo Roberto, o criminalista Nélio Machado, disse agora de manhã que a Polícia Federal não informou a hora que o cliente embarcará para Curitiba. Machado disse que ainda não definiu a linha que tomará para tentar colocar Paulo Roberto Costa novamente em liberdade. Ele disse que hoje é um dia "praticamente morto" na Justiça e qualqquer petição que faça será só a partir de amanhã.
Na decisão, o juiz Sérgio Moro diz que o Ministério Público da Suíça informou que foram descobertas naquele país contas bancárias no valor de US$ 29 milhões. Segundo o órgão, foram identificadas 12 contas em bancos suíços sob o controle de Costa, suas duas filhas, genros e de um funcionário do doleiro Alberto Youssef. Desse total, de acordo com o Ministério Público suíço, US$ 23 milhões pertencem a Costa.

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deve seguir hoje (12) para Curitiba, depois de passar a noite na carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ele foi preso ontem (11), por determinação do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Costa foi preso à tarde, em casa, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

Costa foi solto no dia 19 de maio, mas foi preso novamente ontem após o Supremo Tribunal Federal (STF) validar as provas da Operação Lava Jato, da Polícia Federal  e determinar que as ações penais oriundas da investigação fossem devolvidas à Justiça Federal. Na decisão, o juiz Sérgio Moro diz que o Ministério Público da Suíça informou que foram descobertas naquele país contas bancárias no valor de US$ 29 milhões. Segundo o órgão, foram identificadas 12 contas em bancos suíços sob o controle de Costa, suas duas filhas, genros e de um funcionário do doleiro Alberto Youssef. Desse total, de acordo com o Ministério Público suíço, US$ 23 milhões pertencem a Costa.

O advogado de Paulo Roberto, o criminalista Nélio Machado, disse agora de manhã que a Polícia Federal não informou a hora que o cliente embarcará para Curitiba. Machado disse que ainda não definiu a linha que tomará para tentar colocar Paulo Roberto Costa novamente em liberdade. Ele disse que hoje é um dia "praticamente morto" na Justiça e qualqquer petição que faça será só a partir de amanhã.

 



Fonte: Agência Brasil
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