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Política

Presidente da Odebrecht cobra do governo mais fiscalização das licitações

11/01/2013 | 09h46

 

Em reunião com a presidente Dilma Rousseff, na quinta-feira (10), o diretor-presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht, cobrou mais fiscalização do governo sobre as licitações e parcerias público-privadas (PPPs). Segundo o executivo, muitas vezes os vencedores dos leilões não cumprem os contratos e as obras não são entregues.
“Quando o governo licita uma concessão ou uma PPP, há necessidade de depois o governo cada vez mais fiscalizar, ter certeza que aqueles investimentos de fato ocorrem. Muitas vezes a gente vê gente prometendo, entrando, ganhando a licitação e depois não entregando. Enfatizei a necessidade cada vez maior de o governo assumir o papel dele de fiscalizador das empresas que prometem os investimentos e as vezes não cumprem”, disse Marcelo Odebrecht após o encontro com Dilma. O controle, segundo o empresário, tem que ser exercido tanto pelo governo federal com no âmbito federal, estadual e municipal.
Odebrecht e Dilma também conversaram sobre investimentos e medidas para retomada do crescimento da economia. “Ela está ouvindo empresários para saber o que pode ser feito para melhorar a questão dos investimentos e do crescimento do país”. A Odebrecht já tem R$17 bilhões comprometidos com investimentos em 2013, e, segundo o diretor-presidente, está interessada em novas licitações para este ano nas áreas de infraestrutura, saneamento e logística, inclusive nas concessões de portos e aeroportos.
Perguntado sobre a situação do suprimento de energia do país, o executivo disse que não acredita na possibilidade de racionamento. “Eu não acho que exista hipótese de racionamento no Brasil. O país tem uma situação em que você pode até ter um aumento de custo por causa do uso das [usinas] térmicas, mas acho que não existe nenhum risco de racionamento no Brasil”, declarou.

Em reunião com a presidente Dilma Rousseff, na quinta-feira (10), o diretor-presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht, cobrou mais fiscalização do governo sobre as licitações e parcerias público-privadas (PPPs). Segundo o executivo, muitas vezes os vencedores dos leilões não cumprem os contratos e as obras não são entregues.


“Quando o governo licita uma concessão ou uma PPP, há necessidade de depois o governo cada vez mais fiscalizar, ter certeza que aqueles investimentos de fato ocorrem. Muitas vezes a gente vê gente prometendo, entrando, ganhando a licitação e depois não entregando. Enfatizei a necessidade cada vez maior de o governo assumir o papel dele de fiscalizador das empresas que prometem os investimentos e as vezes não cumprem”, disse Marcelo Odebrecht após o encontro com Dilma. O controle, segundo o empresário, tem que ser exercido tanto pelo governo federal com no âmbito federal, estadual e municipal.


Odebrecht e Dilma também conversaram sobre investimentos e medidas para retomada do crescimento da economia. “Ela está ouvindo empresários para saber o que pode ser feito para melhorar a questão dos investimentos e do crescimento do país”. A Odebrecht já tem R$17 bilhões comprometidos com investimentos em 2013, e, segundo o diretor-presidente, está interessada em novas licitações para este ano nas áreas de infraestrutura, saneamento e logística, inclusive nas concessões de portos e aeroportos.


Perguntado sobre a situação do suprimento de energia do país, o executivo disse que não acredita na possibilidade de racionamento. “Eu não acho que exista hipótese de racionamento no Brasil. O país tem uma situação em que você pode até ter um aumento de custo por causa do uso das [usinas] térmicas, mas acho que não existe nenhum risco de racionamento no Brasil”, declarou.

 



Fonte: Agência Brasil
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