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Etanol

Preços: etanol em queda livre e açúcar também em baixa

06/04/2016 | 13h30

Os preços do açúcar mantiveram-se em baixa nos mercados internacionais nesta terça-feira (5). Em Nova York apenas na tela de maio/16 a cotação ficou estável com o dia anterior, cotada a 14,64 centavos de dólar por libra-peso. Nos demais contratos as baixas variaram entre dois e quatro pontos.

Londres, por sua vez, teve os preços depreciados em todos os vencimentos. Na tela de maio/16, a commodity fechou cotada a US$ 419,30 a tonelada, baixa de 3,90 dólares no comparativo com a véspera. Nas demais telas as baixas ficaram entre 40 e 90 centavos de dólar.

Na sessão de segunda-feira (4), os preços caíram influenciados pelos rumores de um possível ajuste de preços dos combustíveis pela Petrobrás. Análise do banco holandês Rabobank, por sua vez, trazida hoje pelo jornal Valor Econômico, mostra que o temor do mercado de que com a baixa dos preços da gasolina as usinas priorizariam a produção de açúcar, o que poderia abastecer parte do déficit mundial e com isso derrubar os preços da commodity, não teria um impacto tão avassalador.

Ainda segundo a matéria do Valor, assinada pela jornalista Camila Souza Ramos, as usinas brasileiras possuem uma capacidade limitada para migrar entre os dois principais produtos da cadeia sucroenergética (açúcar e etanol). Outro fator que impediria essa migração é a forte pressão financeira que recai sobre o setor.

Na apuração do Valor com base do Rabobank, se isso ocorrer (de os preços da gasolina serem ajustados e com isso caírem nas bombas), o aumento de produção de açúcar pode chegar até a 2 milhões de toneladas, "um volume relativamente modesto", em se considerando a perspectiva de produção no Centro-Sul de 34 milhões de toneladas.

Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar voltou a se valorizar segundo índices do Cepea/Esalq, da USP. As cotações ontem se encerraram em R$ 76,53 a saca de 50 quilos do tipo cristal, alta de 0,14% no comparativo com a véspera.

Etanol

O etanol hidratado, por sua vez, mantém sua trajetória baixista e fechou pela 15ª sessão seguida com desvalorização, cotado a R$ 1.396,00 o metro cúbico, segundo índices da Esalq/BVMF, baixa de 3,76% no comparativo com os preços praticados na segunda-feira.



Fonte: Agência UDOP de Notícias
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