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Minério de Ferro

Preços em baixa afetam ações da Vale e siderúrgicas

08/09/2014 | 10h04

 

O minério de ferro caiu pelo quinto dia seguido na sexta-feira e foi negociado a US$ 83,60 a tonelada, queda de 0,8% em um dia. O valor, referente ao minério com teor de 62% de ferro negociado no mercado chinês, é o mais baixo desde 24 de setembro de 2009. Apenas neste ano, a cotação acumula queda de 38%, pressionada pelo aumento da produção global e pela desaceleração das compras das siderúrgicas chinesas.
A desvalorização da commodity puxa as ações da Vale, que tiveram destaque entre as quedas do Ibovespa no pregão de sexta-feira. O papel preferencial da mineradora brasileira recuou 1,8%, para R$ 25. As siderúrgicas - e também produtoras de minério - Usiminas, Gerdau e CSN também perderam valor no dia, com quedas de 5,1%, a R$ 8,4; 1,5%, a R$ 13,4; e 2,4%, a R$ 9,8, respectivamente, enquanto o Ibovespa caiu 0,2%.
O mercado de siderurgia passa por momentos difíceis e influencia diretamente o preço da matéria-prima. Segundo o BTG Pactual, no cenário doméstico, a demanda não se recuperou após a Copa do Mundo. O banco espera queda de 10% da demanda por aço em 2014, na comparação anual. A casa de análise destaca que para tentar compensar a situação as siderúrgicas buscam aumentar a exportação, às custas da rentabilidade. "Ao olhar para o quadro global de preços de aço, há razões para cautela."
No mercado global de minério de ferro, o preço médio está em US$ 106 por tonelada neste ano, 21% abaixo da média de US$ 135 por tonelada em 2013. Na semana passada, o Morgan Stanley reduziu para US$ 103 o preço médio esperado para o minério de ferro neste ano, de US$ 105 por tonelada anteriormente. Os analistas Carlos de Alba, Lulica Rocha e Pablo Abraham afirmam que as siderúrgicas chinesas não devem acelerar as compras neste momento, já que há incertezas sobre o mercado imobiliário no país e preocupações com restrições de crédito. A China é o destino de 52% das exportações brasileiras de minério de ferro, segundo levantamento do Morgan Stanley referente a 2014. Em seguida estão a Europa, com 16% do total, e o Japão, com 10%.
A Vale está entre as companhias com aumento de produção de custo mais baixo. A mineradora brasileira também tem como vantagem no mercado ter um produto de alta qualidade, com elevado grau de concentração de ferro. Segundo o banco, o prêmio pago sobre esse preço para cada 1% a mais de concentração de teor de ferro estava em US$ 1,60 a tonelada em agosto.
Os analistas do Morgan Stanley atribuíram recomendação "equal weight" (desempenho em linha com a média de mercado) para os ADRs da Vale, o que equivale a uma sugestão neutra, com expectativa de um retorno semelhante ao da média do mercado. Eles atribuem preço-alvo de US$ 16 para o papel, o que significa um potencial de valorização de 26% em relação aos atuais US$ 12,7.

O minério de ferro caiu pelo quinto dia seguido na sexta-feira e foi negociado a US$ 83,60 a tonelada, queda de 0,8% em um dia. O valor, referente ao minério com teor de 62% de ferro negociado no mercado chinês, é o mais baixo desde 24 de setembro de 2009.

Apenas neste ano, a cotação acumula queda de 38%, pressionada pelo aumento da produção global e pela desaceleração das compras das siderúrgicas chinesas.

A desvalorização da commodity puxa as ações da Vale, que tiveram destaque entre as quedas do Ibovespa no pregão de sexta-feira. O papel preferencial da mineradora brasileira recuou 1,8%, para R$ 25.

As siderúrgicas - e também produtoras de minério - Usiminas, Gerdau e CSN também perderam valor no dia, com quedas de 5,1%, a R$ 8,4; 1,5%, a R$ 13,4; e 2,4%, a R$ 9,8, respectivamente, enquanto o Ibovespa caiu 0,2%.

O mercado de siderurgia passa por momentos difíceis e influencia diretamente o preço da matéria-prima. Segundo o BTG Pactual, no cenário doméstico, a demanda não se recuperou após a Copa do Mundo.

O banco espera queda de 10% da demanda por aço em 2014, na comparação anual. A casa de análise destaca que para tentar compensar a situação as siderúrgicas buscam aumentar a exportação, às custas da rentabilidade. "Ao olhar para o quadro global de preços de aço, há razões para cautela".

No mercado global de minério de ferro, o preço médio está em US$ 106 por tonelada neste ano, 21% abaixo da média de US$ 135 por tonelada em 2013.

Na semana passada, o Morgan Stanley reduziu para US$ 103 o preço médio esperado para o minério de ferro neste ano, de US$ 105 por tonelada anteriormente.

Os analistas Carlos de Alba, Lulica Rocha e Pablo Abraham afirmam que as siderúrgicas chinesas não devem acelerar as compras neste momento, já que há incertezas sobre o mercado imobiliário no país e preocupações com restrições de crédito. A China é o destino de 52% das exportações brasileiras de minério de ferro, segundo levantamento do Morgan Stanley referente a 2014.

Em seguida estão a Europa, com 16% do total, e o Japão, com 10%.

A Vale está entre as companhias com aumento de produção de custo mais baixo. A mineradora brasileira também tem como vantagem no mercado ter um produto de alta qualidade, com elevado grau de concentração de ferro.

Segundo o banco, o prêmio pago sobre esse preço para cada 1% a mais de concentração de teor de ferro estava em US$ 1,60 a tonelada em agosto.

Os analistas do Morgan Stanley atribuíram recomendação "equal weight" (desempenho em linha com a média de mercado) para os ADRs da Vale, o que equivale a uma sugestão neutra, com expectativa de um retorno semelhante ao da média do mercado.

Eles atribuem preço-alvo de US$ 16 para o papel, o que significa um potencial de valorização de 26% em relação aos atuais US$ 12,7.

 



Fonte: Valor Online
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