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Mercado

Preços do petróleo passam por ajuste e barril fecha abaixo de US$ 58 em NY

08/02/2007 | 00h00

Os preços do petróleo fecharam em queda nesta jornada, depois de se aproximarem da cotação de US$ 60 por barril. A desvalorização foi baseada na percepção de que os estoques de destilados, apesar de cederem novamente na semana passada, ainda estão suficientemente amplos para atender o aumento da demanda por óleo de calefação neste período mais rigoroso do inverno americano.

O contrato de WTI negociado para o mês de março fechou com queda de US$ 1,17, para US$ 57,71. O vencimento de abril encerrou a US$ 58,35, com desvalorização de US$ 1,09. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês cedeu US$ 1,19, para US$ 57,23. O vencimento de abril encerrou a US$ 57,74, com baixa de US$ 1,21 por barril.

As cotações do produto abriram o dia em alta, mas os agentes ponderam que o patamar de US$ 60 continua sendo uma resistência importante para os contratos, o que justifica um ajuste dos preços pouco abaixo desse nível, embora continuem válidas as incertezas dos investidores a respeito do equilíbrio entre demanda em oferta, devido ao frio mais intenso nos Estados Unidos. A redução das temperaturas no país refletiu mais uma vez em redução das reservas de destilados.

Conforme relatório divulgado hoje pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, as reservas comerciais de petróleo cru dos Estados Unidos caíram em 400 mil barris na semana passada, em relação à anterior, atingindo 324,5 milhões de barris. O levantamento mostrou ainda que as reservas de derivados - que incluem óleo diesel e de calefação - caíram em 3,7 milhões de barris na semana encerrada em 2 de fevereiro, situando-se em 136,3 milhões. Os estoques de gasolina, por outro lado, subiram em 2,6 milhões de barris, para 227,2 milhões de barris.

Mesmo assim, o mercado pondera que as reservas americanas de destilados continuam em patamar elevado suficiente para resistir à alta do consumo de combustíveis de aquecimento neste inverno. As previsões de tempo frio continuam, mas o incremento nos estoques de gasolina deram mais tranqüilidade aos agentes e a ligeira baixa nas reservas de cru não foi considerada preocupante.



Fonte: Valor Econômico com
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