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Preços

Preços do petróleo fecham em alta estimulados pela Opep

24/05/2017 | 10h04

O petróleo subiu nesta terça-feira (23), a dois dias da reunião da Opep e outros grandes produtores para decidir se vão estender o atual sistema de redução da oferta mundial.

Em Nova York, o barril de WTI subiu 34 centavos, a US$ 51,47 nos contratos com entrega em julho. No mercado de Londres o barril de Brent do mar do Norte subiu 28 centavos, a US$ 54,15 ; também nas transações com entrega em julho.

Mais cedo, os barris registraram leve desvalorização, após momentos de leve alta, na expectativa da divulgação de dados sobre os estoques dos Estados Unidos pelo American Petroleum Institute (API) na noite desta terça, e dos dados oficiais do Departamento de Energia do país, no dia seguinte. A projeção dos analistas é de queda de 2,7 milhões de barris nos estoques de petróleo bruto.

Às 11h08, o barril de Brent para julho negociado na International Exchange Futures (ICE), em Londres, tinha queda de 0,19%, a US$ 53,77. Já o barril de WTI para entrega em julho, negociado no New York Mercantile Exchange (Nymex), em Nova York, recuava 0,14%, a US$ 51,06.

Às 16h39, o barril de Brent tinha alta de 0,50%, a US$ 54,14. Às 16h41, o barril de WTI tinha alta de 0,65%, a US$ 51,46.

A commodity chegou a patamar máximo em mais de um mês na véspera, na expectativa de que a extensão do acordo de corte da Opep seja confirmada na reunião do dia 25 de maio e gere resultados. No início da semana passada, Arábia Saudita e Rússia concordaram em aumentar o prazo em nove meses, até março de 2018.

Existe a possibilidade também da Opep aprofundar os cortes. Até agora, o acordo iniciado em janeiro teria tido um impacto modesto nos níveis de estoque global, devido a um aumento na produção de países que não participam do acordo, como a Líbia, e ao aumento incessante da produção de óleo de xisto nos EUA.

Os barris de petróleo, que custavam em torno dos US$ 100 até o final de 2014, chegaram abaixo de US$ 30 no ano passado, devido ao excesso de oferta global.

 



Fonte: Reuters, 24/05/2017
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