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Álcool

Preços altos no Brasil

14/02/2006 | 00h00

Álcool já subiu 5% desde acordo com usineiros

Enquanto o governo se empenha para elevar a exportação de álcool, os esforços para segurar a alta do produto no produto no mercado interno seguem se mostrando em vão. Apesar do acordo firmado com usineiros para conter os aumentos no período da entressafra, o preço do combustível continua em disparada. Na última semana, a alta foi de 0,46%, de R$ 1,735 para R$ 1,743, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Desde o pacto com os usineiros - que limitou o teto do litro do álcool em R$ 1,05 na fábrica - o combustível já subiu 5,63%.

E a tendência é de novo aumento: ao perceberem que as distribuidoras não estão acompanhando o esforço, os usineiros anunciaram que vão se rebelar contra o acordo e promover reajustes no preço do combustível ainda esta semana.

Já o preço da gasolina ficou praticamente estável, com avanço de 0,08%. Em média, o litro passou de R$ 2,499 para R$ 2,501. No Rio de Janeiro, porém, ficou mais barato abastecer tanto com álcool quanto gasolina. O litro médio do álcool caiu de R$ 1,879 para R$ 1,875. O litro de gasolina recuou de R$ 2,517 para R$ 2,508.

O aumento previsto para esta semana, explicam especialistas, seria reflexo da alta nos preços praticados pelos usineiros aos distribuidores.

Ontem o litro do álcool hidratado chegou a ser negociado pelos produtores a R$ 1,09, 3,8% acima do teto acordado em janeiro com o governo. A previsão é que até sexta-feira o preço cheque a R$ 1,14.

De acordo com Gil Barabach, da consultoria Safras & Mercado, os produtores perceberam que, apesar do esforço que vinham fazendo para segurar os preços, o valor não caía nas bombas dos postos de combustíveis.

- Muitos usineiros até baixaram os preços, mas entenderam que o restante da cadeia, distribuidores e varejistas, não estava fazendo o esforço na mesma direção. Resolveram, então, liberar os preços.

Barabach disse que o período de entressafra do álcool deve acabar em abril, já que os produtores vão antecipar a safra. Até lá, com a escassez do produto e demanda em alta, o esperado seria que os preços subissem nos meses de janeiro, fevereiro e março.



Fonte: Jornal do Brasil
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