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Energia Eólica

Preço inicial será de R$ 117,00/MWh

23/08/2013 | 11h31

 

Para o Leilão de Energia de Reserva de 2013, que será promovido nesta sexta-feira (23) pelo governo federal, o preço inicial ficou estabelecido em R$ 117,00/MWh e o suprimento por 20 anos, a partir de 1º de setembro de 2015. O certame exclusivo para usinas eólicas reúne 377projetos de geração com capacidade instalada de 8.999 megawatts (MW).
O Ceará vai participar com o terceiro maior número de projetos. Serão 63 parques, somando geração de 1.487 MW (megawatts). Rio Grande do Sul lidera a oferta, neste tipo de fonte de energia, com 135 projetos (3.299 MW, seguido pela Bahia (128 parques e 3.357 MW). Ao todo, são oito estados. Também foram habilitados projetos nos estados do Rio Grande do Norte (41), Piauí (31), Pernambuco (14), Paraíba (9) e Maranhão (2). Na visão do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o grande volume habilitado para o leilão deve resultar em uma "competição acirrada".
Outros pontos destacados pela EPE são a relação entre a contratação de um projeto à garantia de conexão junto à rede de transmissão e a regra que aumenta o rigor no cálculo da energia que cada empreendimento poderá negociar. "Pelo novo procedimento, haverá apenas 10% de probabilidade de o parque produzir menos energia do que a quantidade vendida no leilão", destacou a EPE em nota.
A regra pretende aumentar o grau de confiabilidade da fonte eólica para o setor elétrico , mesma razão que levou a EPE a condicionar a contratação das usinas eólicas à garantia de conexão junto à rede de transmissão. "Isso elimina o risco de os empreendimentos ficarem prontos e não terem como escoar ", ressaltou Tolmasquim.
Dois bilhões para o Ceará
Na avaliação do primeiro secretário da Câmara Setorial de Energia Eólica do Ceará, Fernando Ximenes, o estado deve garantir cerca de 20% do certame, algo em torno de 500 MW.
"Esse leilão deverá atrair cerca de R$ 2 bilhões em investimentos para o Ceará, além de manter a cadeia produtiva do setor com 20 mil empregos", disse Ximenes.

Para o Leilão de Energia de Reserva de 2013, que será promovido nesta sexta-feira (23) pelo governo federal, o preço inicial ficou estabelecido em R$ 117,00/MWh e o suprimento por 20 anos, a partir de 1º de setembro de 2015. O certame exclusivo para usinas eólicas reúne 377projetos de geração com capacidade instalada de 8.999 megawatts (MW).


O Ceará vai participar com o terceiro maior número de projetos. Serão 63 parques, somando geração de 1.487 MW (megawatts). Rio Grande do Sul lidera a oferta, neste tipo de fonte de energia, com 135 projetos (3.299 MW, seguido pela Bahia (128 parques e 3.357 MW). Ao todo, são oito estados. Também foram habilitados projetos nos estados do Rio Grande do Norte (41), Piauí (31), Pernambuco (14), Paraíba (9) e Maranhão (2). Na visão do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o grande volume habilitado para o leilão deve resultar em uma "competição acirrada".


Outros pontos destacados pela EPE são a relação entre a contratação de um projeto à garantia de conexão junto à rede de transmissão e a regra que aumenta o rigor no cálculo da energia que cada empreendimento poderá negociar. "Pelo novo procedimento, haverá apenas 10% de probabilidade de o parque produzir menos energia do que a quantidade vendida no leilão", destacou a EPE em nota.


A regra pretende aumentar o grau de confiabilidade da fonte eólica para o setor elétrico , mesma razão que levou a EPE a condicionar a contratação das usinas eólicas à garantia de conexão junto à rede de transmissão. "Isso elimina o risco de os empreendimentos ficarem prontos e não terem como escoar ", ressaltou Tolmasquim.



Dois bilhões para o Ceará


Na avaliação do primeiro secretário da Câmara Setorial de Energia Eólica do Ceará, Fernando Ximenes, o estado deve garantir cerca de 20% do certame, algo em torno de 500 MW.


"Esse leilão deverá atrair cerca de R$ 2 bilhões em investimentos para o Ceará, além de manter a cadeia produtiva do setor com 20 mil empregos", disse Ximenes.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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