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Combustíveis

Preço do diesel deve acompanhar a inflação

10/05/2013 | 14h30

 

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da América Latina Logística (ALL), Rodrigo Campos, disse que o preço do diesel deve passar, de agora em diante, a acompanhar a variação da inflação no país. De acordo com ele, o preço do combustível, necessário para as operações ferroviárias da ALL e da Brado e rodoviárias da subsidiária Ritmo Logística, não permanecerá em patamares defasados em relação ao preço no mercado internacional. "Já existe essa mentalidade de que o diesel do jeito que estava não era sustentável para a Petrobras", afirmou, durante reunião com investidores na capital paulista.
O preço do diesel é um dos elementos que impactam nas margens da companhia. O executivo afirmou, no entanto, que a ALL espera crescimento das margens mesmo com reajuste de combustível por causa de ganho de produtividade. A ALL espera que seu volume cresça a uma taxa de 10% ao ano. "Dada essa alavancagem operacional é natural que as margens subam na ferrovia. Elas não darão saltos como no passado, quando saíram de 6% para 49%, mas vão subir sim", disse.
Campos disse que os projetos do governo federal para o setor ferroviário devem abrir novas oportunidades para a ALL operar no transporte de carga. "Acho que essas novas ferrovias abrirão oportunidades para a ALL levar suas operações para outras regiões", disse o executivo durante reunião com investidores.

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da América Latina Logística (ALL), Rodrigo Campos, disse que o preço do diesel deve passar, de agora em diante, a acompanhar a variação da inflação no país. De acordo com ele, o preço do combustível, necessário para as operações ferroviárias da ALL e da Brado e rodoviárias da subsidiária Ritmo Logística, não permanecerá em patamares defasados em relação ao preço no mercado internacional. "Já existe essa mentalidade de que o diesel do jeito que estava não era sustentável para a Petrobras", afirmou, durante reunião com investidores na capital paulista.


O preço do diesel é um dos elementos que impactam nas margens da companhia. O executivo afirmou, no entanto, que a ALL espera crescimento das margens mesmo com reajuste de combustível por causa de ganho de produtividade. A ALL espera que seu volume cresça a uma taxa de 10% ao ano. "Dada essa alavancagem operacional é natural que as margens subam na ferrovia. Elas não darão saltos como no passado, quando saíram de 6% para 49%, mas vão subir sim", disse.


Campos disse que os projetos do governo federal para o setor ferroviário devem abrir novas oportunidades para a ALL operar no transporte de carga. "Acho que essas novas ferrovias abrirão oportunidades para a ALL levar suas operações para outras regiões", disse o executivo durante reunião com investidores.

 



Fonte: Agência Estado
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