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Mercado

Preço do barril em Nova York chega a US$ 41,72

25/05/2004 | 00h00

Os contratos futuros de petróleo subiram cerca de 4,48% na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechando em novo nível recorde de US$ 41,72 o barril, impulsionados pela notícia de que milhares de barris de petróleo deixaram de ser produzidos no Golfo do México por causa de um problema num oleoduto. Em Londres (International Petroleum Exchange-IPE), o barril do petróleo brent subiu 4,55%, para US$ 38,17. Os contratos de gasolina para junho, na Nymex, também fecharam em novo nível recorde, de US$ 1,4578 o galão, em alta de 410 pontos (+2,89%), uma vez que o problema no oleoduto acrescentou uma nova face às preocupações dos traders com relação a oferta.
Na Nymex, os contratos de petróleo para julho fecharam em US$ 41,72 o barril, em alta de US$ 1,79 (+4,48%); a mínima foi de US$ 40,25 e a máxima de US$ 41,82. Na IPE, em Londres, os contratos de petróleo Brent fecharam em US$ 38,17 o barril , em alta de US$ 1,66 (+4,55%); a mínima foi de US$ 36,13 e a máxima de US$ 38,20.
Os preços do petróleo subiram em reação a notícia de que a Shell Oil Co suspendeu o bombeamento de 150.000 barris/dia de sua plataforma no campo marítimo Mars, localizado na costa da Louisiana, depois que uma válvula de segurança fechou o oleoduto. O fechamento do oleoduto também bloqueou a passagem de 170 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia.
Traders atribuíram a alta dos preços do complexo de energia à paralisação do oleoduto da Shell, que se sobrepôs à promessa da Arábia Saudita de elevar as exportações da commodity em junho e a negociação realizada no final de semana entre membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para elevar o teto de produção do grupo.
O problema da Shell concentrou as atenções dos participantes, por atingir um expressivo volume de produção diário de petróleo cru. De sábado a domingo, a plataforma da Shell deixou de produzir quase 500.000 barris. ‘‘O que realmente aconteceu foi o problema na plataforma Mars’’, disse Anthony Lerner, gerente de derivativos de energia da corretora Arc Oil LLC.



Fonte: Jornal do Commercio
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