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Mercado

Preço da nafta tem ligeiro recuo, mas acumula alta de 27% no ano

03/09/2004 | 00h00

O preço da nafta, a matéria-prima da indústria petroquímica, teve um pequeno recuo em agosto. O valor da commodity, cotado em dólares, caiu 0,87% em relação ao fim de julho, para US$ 398 a tonelada no dia 27 de agosto. No dia 31 de julho, o preço chegou a US$ 401,50 a tonelada, a maior cotação já registrada.
As informações constam do prospecto da oferta pública de ações da Braskem, a maior empresa petroquímica do país. "O preço internacional da nafta flutuou significativamente no passado e, segundo acreditamos, a flutuação persistirá no futuro", diz a empresa.
Por conta da alta volatilidade do mercado de petróleo, a nafta já subiu 27% neste ano. Em dezembro de 2003, custava US$ 313 a tonelada. A Petrobras é responsável pelo fornecimento de 69% da matéria-prima comprada pela Braskem. O restante é importado da estatal argelina Sonatrach pelo porto de Aratu (BA). O contrato da Braskem com a Sonatrach, que já foi renovado duas vezes, vence em dezembro.
Segundo o documento, a Braskem não faz operações financeiras para se proteger das flutuações de preço da nafta. "Nem sempre é possível repassar os aumentos no preço da nafta ao preço de nossos produtos em períodos de alta volatilidade da taxa de câmbio dólar/real", informa a empresa. Em 2003, 65% dos custos de venda e serviços da empresa foram representados pelo custo da nafta.
A Braskem prepara a emissão de ações preferenciais no limite de R$ 900 milhões, principalmente para investidores institucionais. Os bancos CSFB e Unibanco coordenam a operação. Pelo menos 10% serão oferecidos aos investidores de varejo. Na semana que vem, começam os primeiros pedido de reservas. O processo de "bookbuilding" termina no dia 23.
Os contratos futuros de petróleo encerraram praticamente estáveis com realização de lucros, depois dos preços superarem a marca de US$ 45 o barril após temores sobre oferta com a explosão de um oleoduto no Iraque e o congelamento de mais fundos da petrolífera russa Yukos.
Em Nova York, o petróleo para outubro fechou a US$ 44,06 o barril, aumento de apenas US$ 0,06. "Depois de voltar para acima do nível de US$ 45, operadores começaram a realizar lucros e isso causou o recuo", disse Phil Flynn, analista da Alaron Trading, em Chicago. Em Londres, o petróleo tipo Brent subiu US$ 0,10, encerrando o dia cotado a 41,57 dólares o barril.



Fonte: Valor Econômico
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