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Petróleo e Gás

Pré-sal produziu 71 mil barris/dia de óleo em 2011

31/07/2012 | 17h15
Pré-sal produziu 71 mil barris/dia de óleo em 2011
Divulgação Divulgação

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta terça-feira (31) o Anuário Estatístico Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 2012, que traz dados referentes ao desempenho da indústria e do sistema de abastecimento nacional no período 2002-2011. De acordo com o documento, em 2011 o pré-sal produziu 71 mil barris/dia de petróleo, o equivalente a 3,4% da produção nacional, que foi de 2,1 milhões de barris/dia. Esse resultado situou o Brasil na 13ª colocação no ranking mundial de produtores.
As reservas brasileiras provadas de petróleo registraram aumento de 5,6%, somando 15 bilhões de barris, deixando o país na 14ª posição mundial.
Já as reservas provadas de gás natural cresceram 8,6%, para 459,4 bilhões m³, fato que levou o Brasil à 31ª colocação no ranking das maiores reservas provadas.
Seguindo uma tendência mundial, a indústria brasileira do gás natural ganhou impulso. O aumento de 5% na produção, para 24,1 bilhões m³, esteve associado à redução de 27,7% das queimas e perdas e à diminuição de 7,6% do volume reinjetado nos poços.
Em comparação com 2010, as vendas de combustíveis subiram num ritmo moderado - 3,6%. A alta significativa dos preços do etanol resultou na perda de competitividade deste combustível. Os consumidores migraram para a gasolina C, cujo consumo subiu 19% em contraste com a queda de 27,7% nas vendas de etanol hidratado.
A produção de biodiesel no Brasil aumentou 11,5%, enquanto a capacidade nominal da indústria registrou expansão de 16%. Manteve-se a predominância do óleo de soja como matéria prima para o biodiesel. Aproximadamente 2,7 milhões de metros cúbicos do produto foram comercializados em quatro leilões realizados pela ANP em 2011.
Nesta edição, o Anuário apresenta uma nova seção: a série histórica dos resultados do Programa de Monitoramento da Qualidade do Combustível (PMQC), que verifica a qualidade dos principais combustíveis líquidos comercializados no Brasil. Este instrumento permite que a ANP identifique os focos de venda de produtos não conformes com as especificações técnicas e fornece as bases para o planejamento das ações de fiscalização do abastecimento.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta terça-feira (31) o Anuário Estatístico Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 2012, que traz dados referentes ao desempenho da indústria e do sistema de abastecimento nacional no período 2002-2011. De acordo com o documento, em 2011 o pré-sal produziu 71 mil barris/dia de petróleo, o equivalente a 3,4% da produção nacional, que foi de 2,1 milhões de barris/dia. Esse resultado situou o Brasil na 13ª colocação no ranking mundial de produtores.


As reservas brasileiras provadas de petróleo registraram aumento de 5,6%, somando 15 bilhões de barris, deixando o país na 14ª posição mundial.


Já as reservas provadas de gás natural cresceram 8,6%, para 459,4 bilhões m³, fato que levou o Brasil à 31ª colocação no ranking das maiores reservas provadas.


Seguindo uma tendência mundial, a indústria brasileira do gás natural ganhou impulso. O aumento de 5% na produção, para 24,1 bilhões m³, esteve associado à redução de 27,7% das queimas e perdas e à diminuição de 7,6% do volume reinjetado nos poços.


Em comparação com 2010, as vendas de combustíveis subiram num ritmo moderado - 3,6%. A alta significativa dos preços do etanol resultou na perda de competitividade deste combustível. Os consumidores migraram para a gasolina C, cujo consumo subiu 19% em contraste com a queda de 27,7% nas vendas de etanol hidratado.


A produção de biodiesel no Brasil aumentou 11,5%, enquanto a capacidade nominal da indústria registrou expansão de 16%. Manteve-se a predominância do óleo de soja como matéria prima para o biodiesel. Aproximadamente 2,7 milhões de metros cúbicos do produto foram comercializados em quatro leilões realizados pela ANP em 2011.


Nesta edição, o Anuário apresenta uma nova seção: a série histórica dos resultados do Programa de Monitoramento da Qualidade do Combustível (PMQC), que verifica a qualidade dos principais combustíveis líquidos comercializados no Brasil. Este instrumento permite que a ANP identifique os focos de venda de produtos não conformes com as especificações técnicas e fornece as bases para o planejamento das ações de fiscalização do abastecimento.



Fonte: Redação
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