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PNG 2013-2017

Pré-sal produzirá 1 milhão de bpd em 2017

19/03/2013 | 19h29
Pré-sal produzirá 1 milhão de bpd em 2017
Apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 Apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017

 

O pré-sal responderá por cerca de 1 milhão de barris de petróleo por dia (mbpd) em 2017, segundo o Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2013-2017 apresentado nesta terça-feira (19) pela presidente da companhia, Graça Foster, e os diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Formigli (Exploração e Produção), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Alcides Santoro (Gás e Energia), na sede da companhia, no Rio de Janeiro. O volume representará, então, 42% da produção total do país.
Atualmente, a produção nos 17 poços produtores é de 300 mbpd - 43% na Bacia de Santos e 57% na Bacia de Campos -, marca atingida sete anos após sua descoberta.
Segundo Formigli, 24 unidades de produção já contratadas entrarão em operação até 2017, o que contribuirá para a elevação da produção. Outras 15 novas unidades serão contratadas durante o período.
A meta de produção da estatal foi mantida em cerca de 2 milhões de barris de petróleo por dia, com previsão de crescimento de até 2,5 milhões de barris em 2016, até alcançar uma elevação mais acentudada, de 2,75 milhões de barris de petróleo por dia em 2017, chegando a 4,2 milhões em 2020.
Com investimentos totais de US$ 236,7 bilhões, o atual plano da estatal continua reservando a maior parte de seu caixa, US$ 147,5 bilhões (62%), para o segmento de Exploração e Produção (E&P). Para os outros segmentos os valores serão:
- Abastecimento: US$ 64,8 bilhões
- Gás e Energia: US$ 9,9 bilhões
- Internacional: US$ 5,1 bilhões
- Biocombustíveis: US$ 2,9 bilhões
- BR Distribuidora: US$ 3,2 bilhões
- Engenharia, Tecnologia e Materiais (ETM): US$ 2,3 bilhões
- Financeira, Estratégica e Corporativo-Serviços: US$ 1 bilhão
Gás natural
A produção de gás natural deve dobrar até 2020, passando dos atuais 43 milhões de metros cúbicos por dia para 86 milhões de metros cúbicos/dia ao fim do período.
A apresentação do diretor Alcides Santoro mostrou que a capacidade dos terminais de regaseificação aumentará de 27 milhões de metros cúbicos/dia para 55 milhões de metros cúbicos/dia, entre 2013 e 2020 - enquanto a oferta de gás boliviano se manterá em 30 milhões de metros cúbicos diários.
A expectativa da Petrobras é elevar a oferta total de gás no mercado brasileiro de 100 milhões de metros cúbicos/dia em 2013 para 171 milhões de metros cúbicos em 2020.

O pré-sal responderá por cerca de 1 milhão de barris de petróleo por dia (mbpd) em 2017, segundo o Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2013-2017 apresentado nesta terça-feira (19) pela presidente da companhia, Graça Foster, e os diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Formigli (Exploração e Produção), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Alcides Santoro (Gás e Energia), na sede da companhia, no Rio de Janeiro. O volume representará, então, 42% da produção total do país.


Atualmente, a produção nos 17 poços produtores é de 300 mbpd - 43% na Bacia de Santos e 57% na Bacia de Campos -, marca atingida sete anos após sua descoberta.


Segundo Formigli, 24 unidades de produção já contratadas entrarão em operação até 2017, o que contribuirá para a elevação da produção. Outras 15 novas unidades serão contratadas durante o período.


A curva de produção da estatal foi mantida em cerca de 2 milhões de barris de petróleo por dia para 2013, com previsão de crescimento suave de 500 milhões de barris até 2016, e elevação mais acentudada, até 2017, quando deverá chegar a  2,75 milhões de barris de petróleo por dia.


Com investimentos totais de US$ 236,7 bilhões, o atual plano da estatal prevê um volume maior de recursos US$ 147,5 bilhões (62%) para o segmento de Exploração e Produção (E&P) - sendo 70% para o pós-sal, 24% para o pré-sal e 6% para a cessão onerosa. Para as demais áreas os valores são:


- Abastecimento: US$ 64,8 bilhões

- Gás e Energia: US$ 9,9 bilhões

- Internacional: US$ 5,1 bilhões

- Biocombustíveis: US$ 2,9 bilhões

- BR Distribuidora: US$ 3,2 bilhões

- Engenharia, Tecnologia e Materiais (ETM): US$ 2,3 bilhões

- Financeira, Estratégica e Corporativo-Serviços: US$ 1 bilhão

 

 

Porto do RJ é base logística para o pré-sal

 

O diretor de Exploração e Produção, José Formigli, afirmou que a base a ser utilizada, e que se pretende ampliar em curto prazo, para o pré-sal é o Porto do Rio de Janeiro. Segundo ele, existem em análise projetos que poderiam contribuir para a questão logística, e oportunidades estão sendo observadas desde a costa do Sul do Espírito Santo até o Rio. A intenção é 'desafogar' o Porto de Macaé.

 

"Usaremos outras alternativas além de Macaé e do porto do Rio. O Porto do Açú é uma dessas alternativas em análise. Existem reuniões semelhantes acontecendo com outros potenciais prestadores de serviço neste tipo de trabalho", disse. "Da mesma forma estamos analisando oportunidades de fazer algo em Santos", concluiu.

 

 



Gás natural


A produção de gás natural deve dobrar até 2020, passando dos atuais 43 milhões de metros cúbicos por dia para 86 milhões de metros cúbicos/dia ao fim do período.


A apresentação do diretor Alcides Santoro mostrou que a capacidade dos terminais de regaseificação aumentará de 27 milhões de metros cúbicos/dia para 55 milhões de metros cúbicos/dia, entre 2013 e 2020 - enquanto a oferta de gás boliviano se manterá em 30 milhões de metros cúbicos diários.



Fonte: Redação
Autor: Karolyna Gomes
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