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Indústria Naval

Pré-edital de navios da Transpetro sai em outubro

27/09/2004 | 00h00
Os grupos que tiverem estaleiros já instalados no país receberão uma pontuação maior na esperada licitação dos 22 navios da Transpetro, a subsidiária de transportes da Petrobras. O presidente da empresa, Sérgio Machado, justificou nesta segunda-feira (27/09) que a regra estará prevista no edital de pré-qualificação para a concorrência, que será publicado em outubro. O executivo anunciou que, entre outras exigências do edital, só poderão participar grupos que já disponham de licenciamento ambiental, o que automaticamente obrigará grupos  estrangeiros a buscar associação com empresas do país.
Embora os representantes da indústria naval fluminense tenham reclamado das regras do edital - principalmente por exigir dos estaleiros garantias de conclusão das obras -, Machado afirmou que a concorrência não só privilegiará os grupos nacionais, mas principalmente do Rio de Janeiro, estado que abriga a grande maioria das unidades navais brasileiras. Com a exigência de licenciamento ambiental prévio, justificou, a tendência é que os estaleiros fluminenses sejam alvo de procura por grupos estrangeiros, que terão que firmar algum tipo de parceria para viabilizar a participação na licitação.
Ao lembrar da crise que assolou o setor naval a partir dos anos 80, quando grupos nacionais chegaram a levar até dez anos para entregar uma encomenda, o presidente da Transpetro disse que é preciso recuperar a defasagem tecnológica hoje existente em relação aos grupos estrangeiros. Daí, segundo ele, a composição de um edital que estimule a formação de parcerias internacionais para a disputa. Machado citou como exemplo o fato de que, enquanto um estaleiro sul-coreano leva uma média de 12 meses para entregar uma embarcação, uma unidade naval nacional não o faz por um prazo inferior a 24 meses.
Por isso, revelou, as propostas dos participantes terão que obedecer a critérios econômicos, financeiros e tecnológicos, como pré-condições para a disputa. "Os grupos terão que demonstrar e comprovar, na proposta, os investimentos que pretendem fazer na melhoria dos processos de produção, de modo a reduzir a defasagem tecnológica hoje existente em relação aos estaleiros estrangeiros", afirma Machado, que quer a primeira embarcação entregue já no segundo semestre de 2006, no máximo 18 meses após a assinatura do contrato.

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