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Combustíveis

Postos de Brasília reajustam preços da gasolina e do diesel

31/01/2013 | 14h57

 

Logo depois do anúncio pelo governo do aumento da gasolina e do óleo diesel nas refinarias, na quarta-feira (30), alguns posto de combustíveis da capital reajustaram os preços. Em outros postos, o aumento foi adotado nesta quinta (31).
O reajuste anunciado é de 6,6% para a gasolina e de 5,4% para o diesel. Para a revenda ao consumidor, no entanto, o aument será menor, já que os combustíveis contêm componentes que não sofreram alteração nas tarifas. Para o consumidor o reajuste dos combustíveis pode variar de acordo com a escolha do posto.
Em três postos visitados na Asa Sul e na Asa Norte, o preço da gasolina comum varia de R$ 2,96, a R$ 2,99, cerca de 4% a mais do que era cobrado há dois dias. No caso do óleo diesel, em um posto localizado na quadra 302 Norte, o reajuste foi de 7,9%, o consumidor que pagava R$ 2,15 vai desembolsar R$ 2,32 a partir de hoje.
Para os consumidores, o reajuste é “abusivo”, como diz o publicitário Rafael Santa Cruz. “Não está certo cobrar esses preços”. O servidor público Guilherme de Araújo, de 26 anos, que usa o carro todos os dias, acha que o aumento vai pesar muito. “Para nós que precisamos de carro, vai ser um impacto muito grande. O aumento vai fazer uma grande diferença no final do mês”.
Segundo Guilherme, a situação se complica porque no Distrito Federal o transporte público não tem qualidade, o que obriga a população a andar de carro. “Se o transporte público fosse de qualidade, as pessoas deixariam o carro em casa para andar de ônibus. Assim não sentiríamos tanto esse aumento”.
O professor e escritor Luiz Reis lembrou que há mais de três anos o preço dos combustíveis não se alterava. “Aumento é sempre ruim, mas no caso da gasolina é preciso ver que ele estava sendo adiado há muito tempo, o que na verdade estava prejudicando a Petrobras internacionalmente”.
Em nota, a Petrobras informou que o reajuste faz parte da política de preços e que a decisão teve o objetivo de “alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional”.

Logo depois do anúncio pelo governo do aumento da gasolina e do óleo diesel nas refinarias, na quarta-feira (30), alguns posto de combustíveis da capital reajustaram os preços. Em outros postos, o aumento foi adotado nesta quinta (31).


O reajuste anunciado é de 6,6% para a gasolina e de 5,4% para o diesel. Para a revenda ao consumidor, no entanto, o aument será menor, já que os combustíveis contêm componentes que não sofreram alteração nas tarifas. Para o consumidor o reajuste dos combustíveis pode variar de acordo com a escolha do posto.


Em três postos visitados na Asa Sul e na Asa Norte, o preço da gasolina comum varia de R$ 2,96, a R$ 2,99, cerca de 4% a mais do que era cobrado há dois dias. No caso do óleo diesel, em um posto localizado na quadra 302 Norte, o reajuste foi de 7,9%, o consumidor que pagava R$ 2,15 vai desembolsar R$ 2,32 a partir de hoje.


Para os consumidores, o reajuste é “abusivo”, como diz o publicitário Rafael Santa Cruz. “Não está certo cobrar esses preços”. O servidor público Guilherme de Araújo, de 26 anos, que usa o carro todos os dias, acha que o aumento vai pesar muito. “Para nós que precisamos de carro, vai ser um impacto muito grande. O aumento vai fazer uma grande diferença no final do mês”.


Segundo Guilherme, a situação se complica porque no Distrito Federal o transporte público não tem qualidade, o que obriga a população a andar de carro. “Se o transporte público fosse de qualidade, as pessoas deixariam o carro em casa para andar de ônibus. Assim não sentiríamos tanto esse aumento”.


O professor e escritor Luiz Reis lembrou que há mais de três anos o preço dos combustíveis não se alterava. “Aumento é sempre ruim, mas no caso da gasolina é preciso ver que ele estava sendo adiado há muito tempo, o que na verdade estava prejudicando a Petrobras internacionalmente”.


Em nota, a Petrobras informou que o reajuste faz parte da política de preços e que a decisão teve o objetivo de “alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional”.

 



Fonte: Agência Brasil
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