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Álcool

Possibilidade de subir com crise e custo maior

02/12/2008 | 02h41

A produção nacional de álcool hidratado -utilizado diretamente no tanque como combustível- deverá atingir 20 bilhões de litros na próxima safra, 12% a mais do que na atual, desde que se confirmem as estimativas de 17,8 bilhões para este ano. Já o consumo sobe para 16,4 bilhões de litros -mais 16%.
A produção de álcool continua crescendo no próximo ano, mas em ritmo menor do que o da demanda, que deve superar 2 bilhões de litros por mês já em janeiro. Com isso, os preços desse combustível deverão subir para os consumidores em 2009.

 


A avaliação é de Plinio Nastari, presidente da Datagro. A produção total de álcool, a partir de março próximo, será de 27,7 bilhões de litros na safra 2009/10. Já o consumo, incluindo exportações e usos químicos, somará 27,8 bilhões de litros.

 

A alta de preços do álcool começa já no início do ano, no período de entressafra, quando as usinas param de moer cana. A pressão dos preços não deverá repetir 2006 -em março, o preço do álcool chegou a R$ 1,23 por litro na porta das usinas. Os estoques de passagem são pequenos, mas estarão garantidos pela antecipação de produção das usinas.

 

A safra 2009/10 deverá ser menos alcooleira do que a deste ano, na avaliação da consultoria. As usinas vão destinar 59,9% da cana a ser moída para a produção de álcool na região centro-sul -neste ano, a estimativa de setembro era de 61,1%, reduzida para 60,5% na mais recente avaliação da Datagro.

 

A cana destinada ao álcool deverá ter percentual menor porque a produção de açúcar deverá compensar mais para as usinas na próxima safra. O déficit entre oferta e consumo mundiais é de 3,6 milhões de toneladas de açúcar na safra 2008/9 -pode ser de 5,5 milhões em 2009/10.

 

A crise mundial não terá grandes efeitos sobre o consumo de álcool. No mercado interno, a perda de renda pode frear um pouco o consumo, o que já está ocorrendo, mas o consumo é crescente pela renovação da frota.



Fonte: Folha de S. Paulo
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