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Empresas

Possibilidade da Petrobras usar o Porto do Açu seria negócio, não ajuda

09/04/2013 | 17h35
Possibilidade da Petrobras usar o Porto do Açu seria negócio, não ajuda
Obras no Porto do Açu. LLX Obras no Porto do Açu. LLX

 

Uma parceria para uso do Porto do Açu, empreendimento em construção pelo empresário Eike Batista no litoral norte fluminense, não foi descartada pela presidenta da Petrobras Graça Foster. O porto seria uma solução para exportação da produção do pré-sal.
De acordo com a executiva, a utilização do porto, ainda em análise pela estatal, seria por interesse comercial. “É um negócio, não se trata, definitivamente, de ajuda", disse ao confirmar que a avaliação para a contratação vem ocorrendo há alguns meses.
De acordo com Graça Foster, a Petrobras utiliza toda a infraestrutura própria disponível , porém, a empresa “não pode tudo, não pode construir tudo, ser dona de tudo isso”, ressaltou.
Para os projetos de médio e longo prazo, a presidenta da estatal também explicou que o Grupo X, de Eike Batista, é uma das opções em análise em termos de infraestrutura, mas não é a única. “A gente quer usar ao máximo o que os outros têm pagando os preços de mercado”, explicou.

Uma parceria para uso do Porto do Açu, empreendimento em construção pelo empresário Eike Batista no litoral norte fluminense, não foi descartada pela presidente da Petrobras, Graça Foster. O porto seria uma solução para exportação da produção do pré-sal.


De acordo com a executiva, a utilização do porto, ainda em análise pela estatal, seria por interesse comercial. “É um negócio, não se trata, definitivamente, de ajuda", disse ao confirmar que a avaliação para a contratação vem ocorrendo há alguns meses.


De acordo com Graça Foster, a Petrobras utiliza toda a infraestrutura própria disponível , porém, a empresa “não pode tudo, não pode construir tudo, ser dona de tudo isso”, ressaltou.


Para os projetos de médio e longo prazo, a presidenta da estatal também explicou que o Grupo X, de Eike Batista, é uma das opções em análise em termos de infraestrutura, mas não é a única. “A gente quer usar ao máximo o que os outros têm pagando os preços de mercado”, explicou.



Fonte: Agência Brasil
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